Quinn cometeu um crime e, para evitar passar o resto da vida na prisão, decide fugir antes que a polícia descubra o que ela fez.
Quinn cometeu um crime e, para evitar passar o resto da vida na prisão, decide fugir antes que a polícia descubra o que ela fez.
Já imaginou como as histórias podem se conectar de maneiras inesperadas e provocar inúmeros questionamentos?
As regras são simples: manter as mãos longe da filha de seu agente e não se meter em confusão. Mas é claro que as regras foram feitas para serem quebradas.
Já imaginou ter que trabalhar no mesmo presídio onde o seu ex-namorado está preso há anos por causa de uma denúncia feita por você?
Seria possível encontrar um homem perfeito após tantos encontros desastrosos? Mas e se ele não fosse tão um cara de relacionamentos e tivesse muitos segredos?
Sydney não tem muita sorte com homens da cidade. Ela já presenciou várias coisas: desde homens que mentem na cara dura nos aplicativos e usam fotos fakes, homens que deixam a conta do jantar para a acompanhante e também aqueles que só falam da própria mãe. Seus encontros sempre foram desastrosos e ela acredita que nunca vai encontrar o cara perfeito.
Até que seu caminho cruza com um homem charmoso, inteligente e um médico bem-sucedido. Ele é diferente de todos que já conheceu, mas o único problema é que ele é um pouco avesso a relacionamentos, então esse é um dos motivos pelos quais ela ainda não o apresentou para seus amigos, afinal, todos estão sofrendo pela perda de Bonnie, uma amiga que foi brutalmente assassinada.
Enquanto Sydney tenta ter uma vida amorosa e desvendar o que realmente aconteceu com sua amiga, um caso do passado, envolvendo o assassinato de outra mulher, começa a apontar para o mesmo homem misterioso. Será que ela está segura ou ela pode ser a próxima vítima?
Posso começar essa resenha dizendo que mais uma vez fui enganada pela Freida McFadden? O que mais gosto em suas obras é isso: a autora nos faz acreditar em diversas teorias e, no final, nos apresenta um plot twist inesperado.
O Namorado foi um livro que me prendeu logo de cara. Inicialmente, temos uma personagem que está passando por muitos encontros desastrosos e até mesmo conturbados, até encontrar o homem que ela acredita ser o homem dos seus sonhos.
Ao longo da história, vamos acompanhando o desenvolvimento desse casal, assim como a autora apresenta outros capítulos na perspectiva do passado do homem com quem Sydney está saindo. Assim, ficamos completamente envolvidos na trama, desconfiando de cada interação e acontecimento, tentando conectar todos os pontos com o assassinato que aconteceu na cidade.
E, como falei, é muito fácil acreditar no que a autora está apresentando, mas sempre com aquela desconfiança de que tem algo errado. Isso é um ponto que gosto muito na escrita da Freida McFadden, pois ela sabe envolver o leitor na trama, criar diversas teorias e nos surpreender no final.
Não posso negar que gostei, sim, do desfecho do livro, mas senti que faltou algo nessa história. Foi uma leitura que gostei, que me envolveu, mas acho que alguns momentos poderiam ter sido desenrolados mais rapidamente. A autora vai apresentando tantos contextos que chegou um momento em que senti que acabou sendo repetitivo em alguns pontos, entende?
De qualquer forma, O Namorado é uma leitura que vale a pena dar uma chance. É um livro que vai te fazer desconfiar de tudo e todos, e vai te apresentar um desfecho final inesperado.
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SINOPSE
Como grande parte das mulheres solteiras de Nova York, Sydney Shaw não tem muita sorte com os homens da cidade. Ela já viu de tudo: homens que mentem na cara dura em aplicativos de relacionamento e usam fotos indiscutivelmente fakes, caras que deixam a conta do jantar para a acompanhante e, o pior tipo, aqueles que só falam da própria mãe. Mas, depois de muitos encontros desastrosos, ela acha que finalmente encontrou O Cara.
Seu novo namorado é perfeito: charmoso, inteligente, lindo e, além de tudo, é um médico bem-sucedido. Ele só tem um defeito: é um pouco avesso a relacionamentos; e por isso Sydney ainda não o apresentou aos seus amigos mais íntimos. Amigos esses que estão sofrendo a perda de Bonnie, uma amiga que foi brutalmente assassinada no próprio apartamento. E o principal suspeito do crime é o homem misterioso com quem ela andava saindo, mas a polícia não consegue encontrá-lo.
Até que um caso do passado, envolvendo o assassinato de outra mulher, aponta para o mesmo suspeito. Será que existe um serial killer à solta em Nova York? Um homem sombrio que seduz suas vítimas e depois as mata de forma violenta?
Sydney acredita estar segura. Afinal, está namorando o homem dos seus sonhos. Só que talvez ele não seja tão perfeito quanto parece. Além disso, algo lhe diz que há alguém à espreita, vigiando todos os seus passos, e Sydney não consegue se livrar da sensação de que, se a polícia não prender o assassino logo, ela pode ser a próxima vítima.
E se você abrisse uma porta e ela revelasse uma verdade que você jamais imaginou, capaz de mudar completamente a sua vida?
O que poderia acontecer em um retiro de inverno? Com certeza não seria que os inimigos iriam virar amantes, né?
Esse livro é um clássico da literatura e tem um excelente motivo para isso. Por muitos anos, nunca me interessei em dar uma chance a essa obra, pois imaginava que não iria gostar. Agora, percebo que este foi o momento perfeito para lê-la.
O que fazer quando você quer desesperadamente falar, mas só consegue se exprimir através dos seus olhos?
Sabe aquela história fofa, bem estilo Sessão da Tarde, entre dois personagens adolescentes que se conectam durante um verão inesquecível? É exatamente essa a sensação que Todas as Cores de Tilly proporciona.
Você já pensou em como a decisão de alguém que você nem conhece pode acabar impactando um dos momentos mais importantes da sua vida?
Três pessoas diferentes e que têm seus caminhos cruzados por um acaso e a história não poderia ter desenrolado de um jeito mais emocionante e envolvente.
Nessa trama, vamos conhecer Jeanne, uma mulher de 74 anos que perdeu o grande amor de sua vida. Agora, ela precisa encarar a sua nova realidade, mas se vê sozinha no apartamento com quem compartilhou décadas. Então, ela decide que alugar o quarto disponível pode ser um jeito de ajudar nessa sua nova jornada e é quando seu caminho cruza com Théo e Iris.
Théo é um personagem que vivia no carro, mas agora que foi rebocado, ele não tem mais para onde ir. Tudo que ele precisa é desse quarto porque, além de ser bem perto do seu trabalho, é o que seu salário consegue pagar no momento.
E Iris também está desesperada, procurando por um lugar para recomeçar sua vida. O locatário do apartamento em que ela morava solicitou o imóvel de volta sem aviso e agora, sem ter onde morar, ela também precisa ser discreta para que uma pessoa do seu passado não a encontre.
Ambos estão tentando esse quarto, mas acontece que Jeanne tem outro quarto que também pode alugar e assim, os três começam a dividir o apartamento e essa convivência vai despertando muitos sentimentos inesperados e muitas coisas começam a acontecer em suas jornadas.
Esse foi meu terceiro contato com a escrita da Virginie Grimaldi e posso dizer que, mais uma vez, ela soube como conquistar meu coração em trazer uma história cheia de emoção e a importância de criar laços com uma família que escolhemos para nossa jornada.
O que mais me encantou nessa trama, foi como cada personagem estava lidando com alguma situação delicada em sua vida e quando seus caminhos se cruzaram, eles acabaram percebendo que poderiam abrir um pouco mais seus corações e perceberam que é possível recomeçar, independente de tudo que já tenham enfrentado em suas vidas.
Jeannie é uma personagem passando por um processo de luto. Théo está tentando encontrar seu lugar no mundo e Iris tem um passado conturbado. Além das idades bem diferentes e serem completamente opostos, esses personagens se conectaram de uma forma linda, transformando uma amizade inesperada em uma família e mostrando a importância de ajudar o próximo em qualquer situação.
Então, intercalado no ponto de vista de cada um, o leitor consegue entender seus dilemas, entender suas dores, as situações que estão enfrentando, como estão tentando lidar com tudo e em como suas jornadas terem sido cruzadas foi um presente para cada um.
E ao longo dos capítulos, já completamente apegada aos personagens e toda a trama, algo acontece, fazendo com que a gente tenha cada vez mais certeza de que a vida é uma caixinha de surpresas. Que o destino sempre trabalha da melhor maneira possível e que não precisamos encarar a vida sozinhos.
“O que resta de nós” é um livro que conquista demais por ter uma escrita leve, fluída e envolvente. A autora sabe como criar uma trama que instiga a curiosidade, deixa o coração apertadinho nos momentos certos, mas que também traz esperança para tudo que estão enfrentando, assim como é possível superar obstáculos quando não pensamos ser possível.
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SINOPSE
Jeanne perdeu o grande amor de sua vida. Aos 74 anos, precisa encarar uma viuvez dolorida. De repente, viu-se sozinha no apartamento com quem compartilhou décadas de um casamento feliz, só ela e Pierre.
Em suas visitas diárias ao túmulo do marido, ela compartilha sua solidão e seus medos, inclusive o de não conseguir pagar todas as contas sem o salário dele. Para resolver o problema, ela toma uma decisão impulsiva: alugar um dos quartos do apartamento. Mal sai pelo bairro distribuindo folhetos de divulgação e já consegue dois candidatos: Théo, aprendiz de confeiteiro da padaria ali perto, e Iris, uma jovem cuidadora de idosos e doentes.
Théo está ansioso por ter um lugar decente para morar. O carro dentro do qual vivia foi rebocado com todos os seus pertences, e o custo de recuperá-lo é mais alto do que ele pode bancar. Alugar um quarto próximo ao trabalho é a opção perfeita. Iris também está desesperada. Sem aviso prévio, o locatário do apartamento em que morava pediu o imóvel de volta, e ela tem poucos dias para achar um novo teto. Pior: precisa ser o mais discreta possível, para que uma pessoa do seu passado não a encontre.
Jeanne segue sua intuição, desocupa o terceiro quarto do apartamento e recebe Théo e Iris para morarem com ela. A princípio indiferentes uns aos outros, a convivência vai despertando sentimentos inesperados, e assim a solidão dos três pouco a pouco transforma completamente a vida de cada um.
Imagina você descobrir que tem “cegueira facial” e não conseguir mais reconhecer rostos? É o que acontece com Sadie, nossa protagonista.
Sadie trabalha pintando retratos e está muito feliz em ter ficado entre as finalistas do concurso anual da North American Portrait Society. Esse é o momento em que ela pode festejar e mostrar para o seu pai que ela finalmente conseguiu. Porém, o que ela não esperava era ter que lidar com um probleminha de saúde.
Após ser diagnosticada com prosopagnosia, também conhecida como “cegueira facial”, Sadie passa por uma cirurgia. O problema é que agora ela não consegue ver rostos como antigamente. Todo rosto que ela encara parece um quebra-cabeça desconexo e irreconhecível. E agora, como ela vai conseguir pintar o melhor retrato de sua vida para ganhar o concurso?
Enquanto luta para lidar com essa cegueira repentina, ser pintora premiada, resolver alguns dramas familiares e ainda cuidar do seu cachorro, dois homens aparecem em sua vida, lutando para chamar sua atenção: um é veterinário do Amendoim, seu cachorro e outro é o charmoso vizinho e de quem, aparentemente, ela não consegue se afastar. Como Sadie vai lidar com tudo isso e saber por qual caminho seu coração deve seguir?
Sabe aquela história que conquista logo de cara por apresentar uma personagem determinada em provar o seu valor, em provar que a arte é algo que ela ama e consegue fazer aquilo para o resto de sua vida? Exatamente assim que a trama começa.
Sadie é uma personagem com quem me identifiquei. Gostei muito de sua personalidade e de como ela lidou com essas questões em volta da cegueira (que poderia ser temporária ou não) e a sua melhor amiga teve um papel importante nesse contexto, fazendo com que ela conseguisse retratar suas obras de outra maneira, com essa sua nova perspectiva.
Assim como essa questão, ela também lida com os problemas em sua família. Sadie perdeu a sua mãe por conta de uma doença e seu pai nunca apoiou totalmente a sua carreira. Além disso, ela tem sua madrasta que gosta de se intrometer um pouquinho em sua vida e sua meia-irmã é uma pessoa terrível. Então, somado a tudo que tem enfrentado, sua vida está realmente o caos.
E enquanto ela lida com tudo isso, dois homens aparecem em sua vida e é quando a história fica ainda mais envolvente, pois Sadie não sabe como lidar com os sentimentos conflitantes, mas também não consegue ver totalmente a feição de cada um. Então, toda a trama vai acontecendo de um jeito que envolve bastante e não dá vontade de parar de ler.
Não posso negar que o plot do livro me pegou desprevenida! Conforme fui avançando na leitura, confesso que em nenhum momento desconfiei dessa grande revelação. Foi algo que me deixou chocada, mas que, ao mesmo tempo, fez total sentido para tudo que estava acontecendo (e eu amei!).
“Olá, estranho” foi meu segundo contato com a escrita da Katherine Center e posso dizer que, mais uma vez, ela soube me conquistar por apresentar toda uma trama envolvente e divertida, fazendo com que eu me apegasse aos personagens, aos acontecimentos e torcesse muito pelo “felizes para sempre”.
Essa é uma obra que recomendo bastante para quem gosta de comédias românticas, onde mostra que o amor pode estar a poucos passos da gente, só precisamos olhar melhor a nossa volta e que muitas coisas acontecem do jeito como deveriam ser.
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SINOPSE
Sadie Montgomery nunca imaginou o que estava por vir… Em um minuto, ela está celebrando sua maior conquista ao se tornar finalista do concurso anual da North American Portrait Society. No outro, está deitada em um leito de hospital com um diagnóstico de prosopagnosia, popularmente conhecida como “cegueira facial”.
Imagine que você está lendo um livro de cabeça para baixo em um idioma desconhecido. Pois é, é assim com que se parece a nova realidade de Sadie. Todo rosto que encara parece um quebra-cabeça desconexo e irreconhecível. Apesar disso, ela tem apenas algumas semanas para pintar o melhor retrato de toda a sua vida e ganhar o concurso. Obstinada a conseguir o que deseja, Sadie fará de tudo para reverter sua condição e voltar a pintar, mas ninguém sabe quando ou se isso vai de fato acontecer.
Enquanto luta para lidar com a cegueira repentina, ser uma pintora premiada, resolver alguns dramas familiares e cuidar do seu cachorro, o Amendoim, entram em cena dois homens em sua vida, ambos lutando para chamar sua atenção. Um é o veterinário bonitão de seu cachorrinho – que pode ou não ser o noivo de Sadie. O outro é um vizinho charmoso que usa um blusão estiloso e anda de Vespa – e de quem ela parece não conseguir se afastar.
Todo esse turbilhão de sentimentos, aliás, não poderia ter um timing pior. Se ao menos sua vida estivesse um pouco mais resolvida, Sadie seria capaz de encontrar o próprio caminho, mas, neste momento, ver as coisas com clareza parece uma missão impossível. Porque a verdade é que ver o mundo de forma diferente tem suas vantagens. E talvez a maneira certa de ver seja sempre com o coração.
Um livro que vai além do romance, mostrando uma história de superação e irmandade em um clube de costura.
Nessa história, nós vamos conhecer Caroline, uma mulher que sempre amou costurar e foi para Nova York viver o seu grande sonho. Só que esse mundo do glamour nem sempre é perfeito como todos imaginam. Quando, em uma campanha, um estilista famoso rouba suas criações, ela vê a vida que sempre construiu desmoronar.
Enquanto tenta pensar em uma maneira de recomeçar a sua jornada e reconstruir sua carreira após esse escândalo, ela acaba virando guardiã legal de duas crianças: Addie, uma menininha de 5 anos, e Flick, um garotinho de 6. Como a vida dela se transformou daquela maneira em tão pouco tempo?
Sem muita alternativa, ela sabe que é hora de voltar para casa, para Oysterville, uma pequena vila no litoral do Pacífico. Só que ela sabe que essa volta para casa é o seu novo começo, mas também vai reencontrar Will, seu melhor amigo de infância e por quem ela manteve uma paixão secreta por anos.
Em meio a tantas mudanças em sua vida, na cidade e nas pessoas a quem ela ama, Caroline precisa de um refúgio. Então, é quando ela vai para a loja de costura de Lindy, a pessoa que a inspirou e a ensinou costurar. E é lá que ela descobre que muitas mulheres guardam segredos e ela decide que precisa fazer a diferença; ela precisa criar um clube de costura para essas mulheres unirem forças para lidar com os problemas que mantêm escondidos.
“Clube de costura para corações remendados” foi um livro que me surpreendeu. Comecei essa leitura sem esperar muito, afinal, havia gostado de outro livro da autora, mas não havia amado. Mas conforme a leitura foi fluindo, fui ficando cada vez mais envolvida na trama apresentada.
O que mais me encantou nessa obra foi que a autora explorou muito além do romance. Essa é uma história com drama que aborda diversas outras questões nas entrelinhas, como violência doméstica, abuso físico e emocional, adoção e uso de drogas. Susan Wiggs soube como trabalhar perfeitamente bem todos esses aspectos, encaixando cada assunto necessário na trama.
Além disso, também é uma história de irmandade. Quando Caroline volta para casa e percebe que muitas mulheres já foram vítimas de algum tipo de violência, seja ela física ou emocional, é quando ela decide ajudar criando um clube de costura onde elas podem compartilhar sem medo sobre tudo que enfrentaram em suas vidas e como lidar com essas questões.
Mas essa é uma obra com romance, porém ele ficou mais em segundo plano porque não era o foco da autora. Aqui, intercalado entre o passado e o presente, ela conta como Caroline e Will se conheceram, em como a amizade deles foi florescendo ao longo dos anos, tudo que eles compartilhavam e em como os sentimentos foram ficando mais fortes e ela nunca teve coragem de abrir seu coração.
E essa volta para a cidade, anos depois, é algo que mexe muito com suas emoções, afinal, eles sempre foram amigos; sempre compartilharam segredos e inseguranças um com o outro. Agora, ela é mãe solo. Ela precisa cuidar de duas crianças, em como vai seguir com a sua carreira e lidar com questões do coração não é uma de suas prioridades.
Então, eu gostei muito de como a autora trabalhou todas as questões nessa trama. Fiquei muito envolvida em tudo que ela apresentou ao longo dos capítulos, me apaixonei pelas crianças e senti apenas falta de explorar um pouco mais a relação de Will e Caroline no presente. Senti que tudo demorou para se desenrolar e, quando finalmente aconteceu, foi um pouco rápido, sabe?
Exceto isso, “clube de costura dos corações remendados” foi uma ótima leitura. Me proporcionou um coração apertadinho em vários momentos, mas também mostrou uma jornada de luta e superação. Em como sempre devemos buscar ajuda e maneiras de recomeçar a vida, independente do que tenha acontecido. Sempre há um jeito de superar e seguir em frente.
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SINOPSE
No raiar do dia, Caroline Shelby chega em Oysterville, uma pequena vila no litoral do Pacífico, também conhecida como casa. Uma casa que ela achou ter deixado para trás, que sempre guardaria o coração e as lembranças dela, mas nunca seu futuro.
Dez anos antes, Caroline se mudou para Manhattan para dar início a sua carreira como estilista no glamuroso mundo da moda nova-iorquino. Mas, quando seu sucesso é destruído em uma onda de escândalo e tragédia, ela é obrigada a fugir para o único lugar seguro que conhece. E, no banco de trás do carro, estão duas crianças órfãs, Addie, de 5 anos, e Flick, de 6, das quais ela agora é a guardiã legal.
Mas Oysterville mudou. Seus irmãos têm vidas complicadas, os pais querem passar o restaurante da família para a nova geração e Will Jensen, seu melhor amigo de infância, está de volta, depois de ter se ferido numa operação militar. Em meio a tantas mudanças, Caroline busca abrigo em seu lugar favorito: a loja de costura de Lindy Bloom, a pessoa que a inspirou e a ensinou a costurar. Lá, ela descobre que até nas cidades litorâneas mais idílicas há mulheres que guardam segredos sombrios.
E é assim que o Clube de Costura de Oysterville é inaugurado, um lugar em que mulheres podem unir forças para lidar com os problemas que mantêm escondidos.
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