O que fazer quando você quer desesperadamente falar, mas só consegue se exprimir através dos seus olhos?
Resenha | Uma noite de inverno com você, de Ali Hazelwood
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Nada como uma queda de energia para fazer com que duas pessoas declarem seus sentimentos no meio de uma grande nevasca, né?
Resenha | Até que o natal nos separe, de Catherine Walsh
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Sabe aquele livro divertido, que proporciona vários momentos de deixar o coração quentinho e ainda tem cenário natalino? "Até que o Natal nos separe" tem exatamente essa vibe.
Resenha | Um amor problemático de verão, de Ali Hazelwood
quarta-feira, 19 de novembro de 2025
Ter sentimentos pelo melhor amigo do irmão já não é nada fácil, mas quando ele é 15 anos mais velho, as coisas ficam ainda mais complicadas.
Resenha | Minha Querida Paris, de Lucy Diamond
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Uma jornalista e uma icônica artista terão seus caminhos cruzados para publicar um livro que pode abalar muitas pessoas.
Resenha | Aprendendo a Fingir (Universidade Hall Beck #1), de Selina Mae
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Sabe aquele livro que te conquista logo de cara e ainda arranca vários sorrisinhos bobos a cada virar de página? Essa foi exatamente a sensação que Aprendendo a Fingir me proporcionou.
Resenha | A Serpente e o Lobo (Herança Sombria #1), de Rebecca Robinson
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
Se você procura uma romantasia em que os personagens não se suportam, mas estão em um casamento por conveniência e ainda vão fazer um acordo, então A Serpente e o Lobo é a dica perfeita para você.
Resenha | Onde a biblioteca se esconde (Segredos do Nilo #2), de Isabel Ibañez
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Depois de tantos acontecimentos arrebatadores e marcantes de “o que o rio sabe”, primeiro livro da duologia, li finalmente a continuação e tive todas as respostas que gostaria.
RESENHA DO SEGUNDO LIVRO — sem spoiler.
Inez atravessou o mundo para chegar ao Egito atrás de respostas da morte misteriosa dos pais. O problema é que essa busca é algo extremamente arriscado, cheio de dor, traição e uma magia inesperada.
Agora, além de lidar com a morte de seus pais, ela também está remoendo outra perda trágica em sua família e é o momento em que Inez precisa decidir o que fazer com relação à sua herança. E a única opção é casar com Whitford.
Ele, um ex-soldado britânico e ajudante do seu tio, é a sua única e melhor opção. Apesar de ele ter seus próprios segredos e motivos para tomar certas atitudes, ainda assim, se ela quiser continuar no Egito e em busca de respostas, eles precisaram embarcar nessa, juntos.
O problema é que, a partir disso, muitas coisas começaram a acontecer e Inez, mais uma vez, vai se ver dividida com relação aos seus sentimentos e com tudo que descobriu.
Desde que li o primeiro livro, fiquei completamente apaixonada pelo universo que a Isabel Ibañez criou. Nunca tinha lido nenhuma obra ambientada no Egito e que apresentasse ainda uma pitadinha de magia, sabe? Então, o primeiro livro me envolveu de um jeito muito especial.
Depois de muitos acontecimentos e revelações da primeira trama, já comecei essa continuação querendo respostas. O começo do livro, não posso negar, foi um pouco mais lento. Acredito que a autora estava descrevendo e nos ambientando em algumas situações que aconteceram na trama anterior até pegar o ritmo novamente e foi exatamente assim que aconteceu.
Em um determinado momento, toda a trama de “onde a biblioteca se esconde” começou a se desenrolar de um jeito frenético, onde cada final de capítulo instigava ainda mais a curiosidade em descobrir mais, em saber como tudo iria acabar, além de desconfiar de tudo e todos a cada virar de página.
O jeito como a autora trouxe todos esses acontecimentos, somados aos elementos mágicos em um contexto histórico, posso dizer que me cativou bastante, me transportando para o Egito e vivenciando todos os momentos com os personagens e isso, sem dúvidas, é o ponto mais alto dessa trama.
O que me deixou embasbacada foi o plot. Mesmo criando inúmeras teorias, esse acontecimento não era algo que eu estava esperando ou tivesse ao menos cogitado. Isabel soube encaixar perfeitamente bem todas as peças, fazendo com que essa grande revelação fizesse muito sentido na história e não conseguisse mais parar de ler até chegar no capítulo final.
Além disso, o que percebi nessa história é que as pessoas nem sempre são quem dizem ser, assim como o amor é algo que pode te ajudar em muitos momentos de sua vida, mas também pode te destruir.
Então, essa conclusão foi como deveria ser. Tem muitos segredos, muitas revelações, muitos acontecimentos inesperados... E confesso que fiquei pensativa se não haveria a possibilidade de um spin-off de uma personagem… veremos!
A duologia Segredos do Nilo são obras que recomendo demais para quem quer se aventurar pelo Egito, em um contexto histórico muito bem construído, um romance que desenrola aos pouquinhos e de um jeito diferente, e que ainda apresenta uma pitadinha de elementos mágicos.
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Título original: El secreto de la bibliotecaEscritora: Isabel Ibañez
Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Ano: 2025
Gênero: ficção histórica
Classificação: 16+
SINOPSE
Egito, 1885. Inez Olivera atravessou meio mundo para chegar ao Egito atrás de respostas para a morte misteriosa dos pais. Mas toda essa busca a conduziu por um caminho arriscado, cheio de dor, traição e uma magia capaz de levá-la a um passado ancestral.
Inez ainda está remoendo outra perda trágica em sua família quando tio Ricardo lhe dá um ultimato em relação a sua herança. Resta-lhe assim uma única opção: casar-se com Whitford Hayes.
Ex-soldado britânico, ajudante do tio de Inez e uma constante pedra no sapato da jovem, Whit tem motivos secretos para permanecer no Egito.
Ao apostar no amor, Inez acaba se unindo justamente à pessoa que poderia arruiná-la.
Resenha | Jogando por controle (Sobre gelo fino #1), de Peyton Corinne
segunda-feira, 28 de julho de 2025
Dois personagens que estão passando por situações delicadas têm seus caminhos cruzados e a química não poderia ser melhor!
Nessa história, Rhys é o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell e tem passado por momentos delicados depois que levou uma pancada violenta. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele começa a se questionar se um dia vai conseguir voltar a jogar de novo e se isso é realmente o que ele quer.
Por outro lado, Sadie é uma personagem que está determinada em manter seu foco no semestre, afinal, ela precisa tentar conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos, os momentos tempestuosos de seu pai e os treinos de patinação artística.
Como se cada um já não estivesse tentando lidar com seus próprios dilemas, o caminho deles se cruza após Sadie presenciar um ataque de pânico de Rhys e uma identificação imediatamente surge entre eles. Enquanto ele sente um vazio e não consegue resgatar sua paixão pela vida, ela está tomada por alguma emoção e não aguenta mais tanta intensidade em seus dias, e é a partir daí que toda trama vai começar a acontecer.
Confesso que comecei a leitura de “jogando por controle” sem esperar muito. Sabia que seria um romance no mundo do esporte, mas que também teria outras camadas envolvidas, mas não esperava que ele fosse me conquistar de um jeito bem especial.
Rhys e Sadie são personagens diferentes, mas que têm alguns pontos em comum, principalmente as crises de pânico. Cada um tenta lidar com essa situação da sua própria maneira e tenta equilibrar tudo em suas vidas, mas quando o caminho deles se cruza, a história fica mais cativante.
Intercalado no ponto de vista de ambos, a gente consegue entender o porquê de cada um ter essas crises, o que passa em suas vidas, o que eles realmente sentem um pelo outro… e a construção do romance vai desenrolando de um jeito leve e divertido.
Apesar dos momentos difíceis que eles enfrentam, Peyton Corinne soube como trazer a leveza necessária para a narrativa, assim como uma pitada de cenas mais quentes, e tudo isso complementou perfeitamente bem a trama, fazendo com que me apegasse aos personagens e tudo que estavam vivenciando.
Outro ponto de que gostei bastante foram os irmãos da Sadie. Eles são mais novos, mas já passaram por tantas coisas em suas vidas e ela faz o possível para protegê-los. Então, essa relação é algo que me conquistou ainda mais nessa obra, assim como Rhys acabou apegado a eles também, fazendo o possível para arrancar sorrisos dessas crianças que tanto precisavam.
Para mim, essa foi uma leitura que me conquistou imensamente. Mesmo que eu tenha sentido um pouco de falta de aprofundar um pouco mais em algumas questões, ainda assim, “jogando por controle” foi uma leitura que me arrancou sorrisinhos bobos, deixou meu coração apertadinho em alguns momentos, mas que, no final, finalizou exatamente como deveria.
Uma obra que vai além do romance com esporte, explorando várias camadas, mostrando os dilemas e as fragilidades dos personagens, a luta por pessoas que amamos, as consequências de nossas escolhas e que o amor pode surgir nos momentos mais inesperados e nos ajudar quando mais precisamos.
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Título original: UnsteadyEscritora: Peyton Corinne
Editora: Arqueiro
Páginas: 368
Ano: 2025
Gênero: romance contemporâneo
Classificação: 18+
SINOPSE
Rhys Koteskiy está de volta. Pelo menos é o que todo mundo espera. Na semifinal do último ano, o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell levou uma pancada tão violenta que até hoje luta para se recuperar. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele se pergunta se algum dia vai jogar de novo – e se é isso mesmo o que quer.
Sadie Brown está determinada a não perder o foco neste semestre. Afundada em dívidas, ela se vira do avesso para conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos mais novos e os treinos de patinação artística. Com seu temperamento difícil, sua reputação no campus não é das melhores.
Quando ela presencia uma crise de pânico do melhor jogador da equipe de hóquei e tenta ajudá-lo, nasce uma inusitada identificação entre os dois. Rhys sente um vazio enorme e não consegue resgatar sua paixão pela vida, enquanto Sadie, sempre tomada por alguma emoção, não aguenta mais lidar com tanta intensidade.
Mas o caminho para a cura não é fácil, e os segredos que eles guardam um do outro só complicam as coisas.
Resenha | Bruxa rebelde (Mariposa Escarlate #2), de Kristen Ciccarelli
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Rune está em fuga. Gideon quer concluir a sua missão. Bruxas e caçadores de bruxas estão prestes a enfrentar uma nova guerra.
Resenha | Caçador sem coração (Mariposa Escarlate #1), de Kristen Ciccarelli
quinta-feira, 24 de julho de 2025
Na noite em que uma revolução derruba o Reinado das Bruxas, a vida de Rune muda para sempre.
Rune é uma bruxa, porém somente duas pessoas sabem disso: Alex e Verity, seus melhores amigos. Para que ninguém mais descubra, durante o dia, ela finge ser uma socialite fútil, mas à noite, ela se torna a Mariposa Escarlate, uma vingadora que salva outras bruxas para não serem executadas.
Tudo isso foi mudado quando uma revolução derrubou o Reinado das Bruxas e agora, com essa Nova República no poder e as bruxas sendo caçadas e executadas, Rune não tem outra opção a não ser manter o seu disfarce, ainda mais porque Gideon, o maior caçador de bruxas está em seu encalço.
Gideon não é apenas um caçador, ele também odeia bruxas e tem um motivo para isso. E quando ele desconfia que Rune pode ser ou está ajudando a Mariposa Escarlate, ele sabe que a melhor maneira para descobrir informações é cortejá-la. O problema é que ele não esperava que Rune fosse agir da mesma maneira com ele e é quando sentimentos conflitantes vão começar a surgir.
Finalmente decidi dar uma chance para “caçador sem coração”, um livro que é tão hypado nas redes sociais e posso dizer que finalmente entendi porque muita gente ama esse livro e faz todo o sentido!
Rune e Gideon são personagens inteligentes. Cada um tenta lidar da sua própria maneira, fazendo o possível para descobrir informações que precisam e isso é algo que envolve bastante ao longo dos capítulos, fazendo com que a leitura fique extremamente envolvente e cativante.
E enquanto eles tentam desvendar vários segredos um do outro, eles acabam percebendo que por trás de toda essa fachada que ambos mantêm para a sociedade, existe muito mais por trás disso tudo. Mesmo sem deixar o objetivo de cada um de lado, os sentimentos começam a ficar conflitantes e toda a história fica ainda mais emocionante.
Mesmo que no começo eu tenha achado a leitura um pouco mais lenta, Kristen Ciccarelli trouxe um ritmo frenético ao longo das páginas, fazendo com que muitas coisas acontecessem na vida de ambos, onde eu não conseguia parar de ler e queria descobrir como tudo iria acabar.
As últimas 30 páginas do livro é algo surreal de explicar! Acontecem tantas coisas, são tantas revelações que fiquei completamente impactada com tudo que a autora trouxe e tudo isso só me deixou ainda mais envolvida e apaixonada por toda a trajetória desses personagens, fazendo com que eu precisasse de respostas no segundo e último livro da duologia.
Então, intercalado no ponto de vista de ambos os personagens e com capítulos curtos, “caçador sem coração” é uma romantasia que vale muito a pena dar uma chance! É uma história que conquista por ter personagens que não se gostam, mas que vão acabar seduzindo um ao outro para obter informações, assim como sentimentos irão surgir e eles vão precisar fazer escolhas que mudarão o rumo de suas vidas.
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Título original: Heartless HunterEscritora: Kristen Ciccarelli
Editora: Arqueiro
Páginas: 368
Ano: 2024
Gênero: romantasia
Classificação: 15+
Na noite em que uma revolução derruba o Reinado das Bruxas, a vida de Rune Winters muda para sempre. Agora, com a Nova República no poder e bruxas sendo caçadas e executadas, a jovem precisa esconder quem realmente é.
Durante o dia ela finge ser apenas uma socialite fútil, mas à noite se torna a Mariposa Escarlate, uma vingadora que salva suas companheiras de magia. Porém, quando um dos resgates dá errado, ela tem que arrumar um jeito de despistar os perseguidores e conseguir a informação de que precisa. A solução é flertar com o belo e impiedoso Gideon Sharpe, um dos mais famosos caçadores de bruxas.
Gideon odeia todo o luxo que Rune representa, mas, quando descobre que a Mariposa Escarlate usa os navios mercantes da jovem para ajudar bruxas a fugirem, resolve se infiltrar em seus círculos sociais e cortejá-la. Logo percebe que, sob toda a beleza e frivolidade, ela é incrivelmente inteligente e sensível e parece seu par perfeito. Porém... e se ela for a inimiga que ele está há anos caçando?
Resenha | A lista de leitura para corações solitários, de Sara Nisha Adams
segunda-feira, 30 de junho de 2025
O quanto um livro pode mudar a nossa trajetória?
Nessa história, Mukesh tem uma vida tranquila em Wembley. Ainda de luto por perder a sua esposa, ele tenta manter uma rotina normal. Suas três filhas estão sempre preocupadas com ele, ligando sempre para não se esquecer de fazer algumas tarefas e sua neta parece mergulhada no mundo dos livros.
Por outro lado, conhecemos Aleisha, uma jovem que está trabalhando durante as férias de verão na biblioteca local. Ela nunca foi muito fã de ler, mas, certo dia, quando ela encontra um papel amassado num exemplar de “o sol é para todos” com uma lista de leituras obrigatórias, ela se vê intrigada em dar uma chance.
A partir daí, Aleisha começa a seguir todos os romances listados na lista anônima e a medida que vai se envolvendo em cada obra, ela vai descobrindo novos caminhos para enfrentar a dura realidade que vive em sua casa, assim como quando Mukesh aparece na livraria, pedindo indicações para se aproximar da neta, e ela sabe o que vai ser perfeito para ele.
“A lista de leitura para corações solitários” é aquele livro que mostra o poder da literatura. Em como os livros podem nos ajudar nos momentos mais tempestuosos, assim como podem nos ajudar a enxergar além do que somos capazes.
Essa mensagem, sem dúvidas, é a mais bonita dessa obra. Sara Nisha Adams trabalhou todas essas questões muito bem, demonstrando em como uma simples lista de leitura ajudou duas pessoas que estavam de coração partido, passando por situações difíceis e em como esses livros as uniram e ajudaram nessa jornada.
Ao longo dos capítulos, intercalado no ponto de vista de ambos, a autora vai retratando um pouquinho do processo de cada um: em como Mukesh está passando os últimos meses sem sua amada, em como Aleisha lida com a situação de sua mãe e em como os livros se tornaram o melhor refúgio para se livrar da dor.
Tudo isso foi trabalhado de maneira gradativa, fazendo com que o leitor entendesse perfeitamente a situação de cada personagem, porém, para mim, a leitura acabou se tornando cansativa em determinado momento. Chegou em uma parte da leitura em que eu sentia que nada acontecia, mas foi aproximadamente nas últimas 100 páginas que a trama trouxe algumas pequenas reviravoltas.
Apesar de tudo que aconteceu e de ter deixado meu coração apertadinho, ainda assim, “a lista de leitura para corações solitários” foi uma obra ok para mim. Um livro com uma grande mensagem, nos fazendo refletir sobre o poder dos livros e de encontrar conexões através deles, mas que não me conquistou tanto quanto eu esperava.
COMPRE NA AMAZON — clique aqui.
Título original: The reading listEscritora: Sara Nisha Adams
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Ano: 2025
Classificação: 14+
Gênero: ficção
SINOPSE
Mukesh leva uma vida pacata em Wembley. Ainda de luto pela perda da esposa, ele tenta manter a rotina normal. Suas três filhas estão mais preocupadas em vigiá-lo do que em lhe fazer companhia, e sua neta Priya parece distante, mergulhada no mundo dos livros.
Aleisha é uma jovem brilhante e ansiosa que trabalha na biblioteca local durante as férias de verão. Certo dia, ela encontra um papel amassado dentro de um exemplar de O sol é para todos : uma lista de livros.
Intrigada e entediada na biblioteca vazia, num impulso Aleisha decide ler todos os romances da lista anônima. À medida que se entrega à magia da literatura, ela descobre novos caminhos para enfrentar a difícil realidade que vive em casa.
Quando Mukesh decide ir à biblioteca, desesperado para se aproximar da neta, Aleisha lhe recomenda os mesmos livros, na esperança de que sejam uma tábua de salvação para ele também.
Aos poucos, a leitura compartilhada cria uma conexão entre duas almas solitárias, que se veem escapando juntas das dores da vida para reencontrar a felicidade.
Vem aí: alguns lançamentos ainda em 2025 da Editora Arqueiro
sexta-feira, 27 de junho de 2025
No último final de semana, teve um evento de parceiros da Editora Arqueiro na Bienal do Livro e alguns lançamentos foram anunciados ainda para 2025. Não estava presente, mas decidi trazer alguns que me interessaram muito!
Resenha | Veneno em seus corações (Castelos em Seus Ossos #3), de Laura Sebastian
quarta-feira, 4 de junho de 2025
Finalmente li a conclusão da trilogia de Castelos Em Seus Ossos e, depois de tudo que aconteceu com essas irmãs que foram treinadas para matar, o desfecho foi mais do que merecido.
RESENHA DO TERCEIRO LIVRO — sem spoiler!
Nessa história, as princesas foram criadas pela imperatriz Margaraux para derrubar reinos, mas agora elas sabem que o verdadeiro destino delas sempre foi morrer. A mãe das princesas tem um esquema e pretende reinar todo o continente de Vesteria. O que a imperatriz não esperava era que as irmãs tivessem seus próprios planos.
Ainda separadas por um continente, Beatriz e Daphne precisam lidar com inimigos que estão por toda a parte, mas também contam com a ajuda de aliados de vários lugares, como Viole, ex-espiã da imperatriz.
Para acabar com todos os planos da imperatriz, as irmãs terão que usar todas as habilidades que aprenderam, confiar na magia que corre em suas veias e desafiar o próprio destino. E se nada disso der certo, o povo de Vesteria será condenado a uma terrível existência.
Aqui, senti que a autora demorou um pouquinho para apresentar algumas questões. Em muitos capítulos, senti que ela estava explorando outras questões em paralelo e demorando para se aprofundar no real motivo das princesas, sabe?
Porém, nas últimas cem páginas, muitas coisas começam a acontecer e a leitura entra em um ritmo mais frenético, e foi aí que fiquei muito envolvida com todos os relatos. E se eu achava que não havia mais nada para conhecer sobre essas princesas, a autora foi lá e mostrou que tinha, sim!
Tem um acontecimento que, para mim, foi bem inesperado. A explicação de muitas coisas que para as irmãs foi uma solução, isso aconteceu o mesmo comigo ao longo da leitura. Respostas que estava querendo desde o primeiro livro e que, finalmente, consegui entender e se encaixaram muito bem na trama.
Mesmo que eu tenha demorado para me apegar à trama e tenha sentido que a leitura demorou um pouco mais para fluir, ainda assim, a conclusão da trilogia foi como deveria ser. Depois de tudo que as irmãs enfrentaram ao longo dos anos e por tudo que lutaram, não tinha como ser um final diferente.
Então, se você gosta de livros de fantasia, onde irmãs precisam derrubar a imperatriz e impedir que coisas terríveis aconteçam com elas e com todas as pessoas dos reinos, provavelmente essa é uma trilogia que vai te conquistar bastante.
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Título original: Poison in their heart
Escritora: Laura Sebastian
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
Ano: 2025
Gênero: fantasia
Classificação: 15+
SINOPSE
As princesas de Bessemia foram criadas pela imperatriz Margaraux para derrubar reinos, mas agora sabem que o verdadeiro destino delas sempre foi morrer. Sua mãe tem um esquema diabólico e pretende reinar sobre todo o continente de Vesteria. No entanto, as irmãs têm seus próprios planos.
Ainda separadas por um continente, Beatriz e Daphne precisam lidar com inimigos por toda parte, mas também contam com aliados em vários lugares, como Violie, ex-espiã da imperatriz. Usando a magia das estrelas, as princesas estão prontas para resistir.
Porém, sussurros de uma antiga profecia as seguem e, a cada movimento que fazem, Margaraux parece estar um passo à frente. As irmãs precisarão usar todas as habilidades que a mãe lhes ensinou, confiar na magia que corre em suas veias e desafiar o próprio destino. E, se não tiverem sucesso, o povo de Vesteria será condenado a uma terrível existência.
Resenha | Sete anos entre nós, de Ashley Poston
quinta-feira, 17 de abril de 2025
Você já imaginou se apaixonar por alguém sete anos antes?
Em “sete anos entre nós”, vamos conhecer a Clementie que há seis meses teve o pior dia da sua vida: perdeu a sua tia, uma das pessoas que ela mais amava e compartilhava diversas viagens de férias. Então, ela decide manter-se ocupada, trabalhando como se não houvesse amanhã, para não ficar sofrendo o dia inteiro.
Por enquanto, tem funcionado. Mas algo acontece e tudo muda. Certo dia, simplesmente do nada, ela dá de cara com um homem na cozinha de seu apartamento. Um homem de olhos gentis, voz grave e um gosto especial por torta de limão. O tipo de homem que Clementine conseguiria amar perdidamente.
Porém, tem um detalhe: esse homem existe no passado. Sete anos atrás, para ser exato. E Clementine está no futuro. Sete anos à frente. Isso tudo parece impossível, mas sua tia sempre contou histórias sobre o apartamento e histórias mágicas. Seria a hora dela viver uma coisa inimaginável?
Sabe aquele livro que te conquista logo na primeira página, você não consegue parar de ler e, ao chegar no final, você sabe que vai ser um livro para levar para a vida? Exatamente assim que me senti com “sete anos entre nós”.
Já tinha lido outra obra da Ashley Poston (o amor não morreu) e havia amado, então comecei a leitura dessa trama cheia de expectativa e posso dizer que atendeu e superou todas!
Clementine é uma personagem muito apegada à sua tia. Perder a pessoa com quem compartilhava várias histórias e viagens, foi realmente devastador em sua vida. Focar somente no trabalho, no que fazia de melhor, era o que a ajudava nesse processo de luto.
Quando sua vida cruzou com Iwan, o cara desconhecido no apartamento de sua tia, e ela percebeu que ele estava sete anos atrás do momento real de sua vida, foi como se aquilo motivasse a personagem a enxergar um pouco além da dor e até mesmo se permitisse sentir um pouco do amor.
Mesmo sem entender como aquilo era possível, sua tia sempre lhe contou histórias mágicas do apartamento. Ela sempre achou tudo incrível e sempre acreditou em coisas impossíveis, sabe? Então, aquilo acontecer com ela, naquele exato momento de sua vida, era como uma luz de que Clementine precisava.
E o que dizer da interação entre ela e Iwan? Completamente apaixonante. Ele é um personagem que chegou recentemente na cidade e está buscando começar uma carreira no ramo da culinária. É completamente apaixonado por torta de limão e sempre faz o possível para orgulhar o seu avô. E toda essa paixão e determinação é perceptível nos pratos que prepara.
Ao longo das interações entre eles no apartamento, eles vão criando um vínculo muito grande e Clementine não consegue falar que ela está sete anos à sua frente. Ela sabe que ele não acreditaria nisso. Muitas vezes, nem ela consegue entender sobre isso. Então ela sabe que aquele romance está fadado para acabar.
Só que o que ela não esperava era encontrar Iwan no seu tempo. Então, quando isso acontece, toda a trama vai ficando mais envolvente, mais cativante e tudo que você quer é ler até entender como a história deles irá desenrolar.
Amei como a autora trabalhou todos esses pontos ao longo dos capítulos, mas também amei como ela acrescentou outros elementos na trama que deixaram tudo ainda melhor. Ela soube explorar muito bem a questão sobre luto, os sentimentos conflitantes da personagem, além de mostrar uma jornada de autodescoberta e de se reencontrar no caminho.
“Sete anos entre nós” me encantou completamente! É um livro maravilhoso, que traz esse realismo mágico, mas que também encanta por todas as camadas apresentadas e deixa aquela sensação de coração quentinho no final. Um livro que, sem dúvidas, vou levar para a vida e que conquistou completamente meu coração.
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Título original: The seven year slipEscritora: Ashley Poston
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
Ano: 2025
Gênero: romance contemporâneo
Classificação: 16+
SINOPSE
Seis meses atrás, Clementine West teve o pior dia de sua vida. Então resolveu seguir à risca um plano para deixar o coração longe de problemas: manter-se sempre ocupada, trabalhar como se não houvesse amanhã e não correr risco nenhum.
Por ora, está funcionando.
Até que, do nada, ela dá de cara com um homem na cozinha de seu apartamento. Um homem de olhos gentis, voz grave e um gosto especial por torta de limão. O tipo de homem pelo qual Clementine seria capaz de se apaixonar perdidamente.
Ele é perfeito, exceto por um detalhe: o homem existe no passado. Sete anos atrás, para ser exato. E Clementine existe no futuro dele. Sete anos à frente.
A história teria tudo para ser impossível, mas, quando criança, Clementine amava coisas impossíveis.
E agora talvez passe a amar de novo.



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