O que poderia acontecer em um retiro de inverno? Com certeza não seria que os inimigos iriam virar amantes, né?
O que poderia acontecer em um retiro de inverno? Com certeza não seria que os inimigos iriam virar amantes, né?
Sabe quando duas pessoas parecem destinadas a ficar juntas, mas o destino (ou o acaso) insiste em adiar esse encontro? Como se diversas coisas acontecessem em suas trajetórias e, ainda assim, seus caminhos já tivessem se cruzado, mesmo que elas não saibam disso?
Sabe quando dois personagens são completamente opostos, mas são vizinhos e acabam criando um vínculo de amizade muito especial? É exatamente assim que a história de “A vida é muito curta” se desenrola.
O que fazer quando você quer desesperadamente falar, mas só consegue se exprimir através dos seus olhos?
Nada como uma queda de energia para fazer com que duas pessoas declarem seus sentimentos no meio de uma grande nevasca, né?
Sabe aquele livro divertido, que proporciona vários momentos de deixar o coração quentinho e ainda tem cenário natalino? "Até que o Natal nos separe" tem exatamente essa vibe.
Ter sentimentos pelo melhor amigo do irmão já não é nada fácil, mas quando ele é 15 anos mais velho, as coisas ficam ainda mais complicadas.
Uma jornalista e uma icônica artista terão seus caminhos cruzados para publicar um livro que pode abalar muitas pessoas.
Sabe aquele livro que te conquista logo de cara e ainda arranca vários sorrisinhos bobos a cada virar de página? Essa foi exatamente a sensação que Aprendendo a Fingir me proporcionou.
Se você procura uma romantasia em que os personagens não se suportam, mas estão em um casamento por conveniência e ainda vão fazer um acordo, então A Serpente e o Lobo é a dica perfeita para você.
Depois de tantos acontecimentos arrebatadores e marcantes de “o que o rio sabe”, primeiro livro da duologia, li finalmente a continuação e tive todas as respostas que gostaria.
RESENHA DO SEGUNDO LIVRO — sem spoiler.
Inez atravessou o mundo para chegar ao Egito atrás de respostas da morte misteriosa dos pais. O problema é que essa busca é algo extremamente arriscado, cheio de dor, traição e uma magia inesperada.
Agora, além de lidar com a morte de seus pais, ela também está remoendo outra perda trágica em sua família e é o momento em que Inez precisa decidir o que fazer com relação à sua herança. E a única opção é casar com Whitford.
Ele, um ex-soldado britânico e ajudante do seu tio, é a sua única e melhor opção. Apesar de ele ter seus próprios segredos e motivos para tomar certas atitudes, ainda assim, se ela quiser continuar no Egito e em busca de respostas, eles precisaram embarcar nessa, juntos.
O problema é que, a partir disso, muitas coisas começaram a acontecer e Inez, mais uma vez, vai se ver dividida com relação aos seus sentimentos e com tudo que descobriu.
Desde que li o primeiro livro, fiquei completamente apaixonada pelo universo que a Isabel Ibañez criou. Nunca tinha lido nenhuma obra ambientada no Egito e que apresentasse ainda uma pitadinha de magia, sabe? Então, o primeiro livro me envolveu de um jeito muito especial.
Depois de muitos acontecimentos e revelações da primeira trama, já comecei essa continuação querendo respostas. O começo do livro, não posso negar, foi um pouco mais lento. Acredito que a autora estava descrevendo e nos ambientando em algumas situações que aconteceram na trama anterior até pegar o ritmo novamente e foi exatamente assim que aconteceu.
Em um determinado momento, toda a trama de “onde a biblioteca se esconde” começou a se desenrolar de um jeito frenético, onde cada final de capítulo instigava ainda mais a curiosidade em descobrir mais, em saber como tudo iria acabar, além de desconfiar de tudo e todos a cada virar de página.
O jeito como a autora trouxe todos esses acontecimentos, somados aos elementos mágicos em um contexto histórico, posso dizer que me cativou bastante, me transportando para o Egito e vivenciando todos os momentos com os personagens e isso, sem dúvidas, é o ponto mais alto dessa trama.
O que me deixou embasbacada foi o plot. Mesmo criando inúmeras teorias, esse acontecimento não era algo que eu estava esperando ou tivesse ao menos cogitado. Isabel soube encaixar perfeitamente bem todas as peças, fazendo com que essa grande revelação fizesse muito sentido na história e não conseguisse mais parar de ler até chegar no capítulo final.
Além disso, o que percebi nessa história é que as pessoas nem sempre são quem dizem ser, assim como o amor é algo que pode te ajudar em muitos momentos de sua vida, mas também pode te destruir.
Então, essa conclusão foi como deveria ser. Tem muitos segredos, muitas revelações, muitos acontecimentos inesperados... E confesso que fiquei pensativa se não haveria a possibilidade de um spin-off de uma personagem… veremos!
A duologia Segredos do Nilo são obras que recomendo demais para quem quer se aventurar pelo Egito, em um contexto histórico muito bem construído, um romance que desenrola aos pouquinhos e de um jeito diferente, e que ainda apresenta uma pitadinha de elementos mágicos.
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Título original: El secreto de la bibliotecaSINOPSE
Egito, 1885. Inez Olivera atravessou meio mundo para chegar ao Egito atrás de respostas para a morte misteriosa dos pais. Mas toda essa busca a conduziu por um caminho arriscado, cheio de dor, traição e uma magia capaz de levá-la a um passado ancestral.
Inez ainda está remoendo outra perda trágica em sua família quando tio Ricardo lhe dá um ultimato em relação a sua herança. Resta-lhe assim uma única opção: casar-se com Whitford Hayes.
Ex-soldado britânico, ajudante do tio de Inez e uma constante pedra no sapato da jovem, Whit tem motivos secretos para permanecer no Egito.
Ao apostar no amor, Inez acaba se unindo justamente à pessoa que poderia arruiná-la.
Dois personagens que estão passando por situações delicadas têm seus caminhos cruzados e a química não poderia ser melhor!
Nessa história, Rhys é o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell e tem passado por momentos delicados depois que levou uma pancada violenta. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele começa a se questionar se um dia vai conseguir voltar a jogar de novo e se isso é realmente o que ele quer.
Por outro lado, Sadie é uma personagem que está determinada em manter seu foco no semestre, afinal, ela precisa tentar conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos, os momentos tempestuosos de seu pai e os treinos de patinação artística.
Como se cada um já não estivesse tentando lidar com seus próprios dilemas, o caminho deles se cruza após Sadie presenciar um ataque de pânico de Rhys e uma identificação imediatamente surge entre eles. Enquanto ele sente um vazio e não consegue resgatar sua paixão pela vida, ela está tomada por alguma emoção e não aguenta mais tanta intensidade em seus dias, e é a partir daí que toda trama vai começar a acontecer.
Confesso que comecei a leitura de “jogando por controle” sem esperar muito. Sabia que seria um romance no mundo do esporte, mas que também teria outras camadas envolvidas, mas não esperava que ele fosse me conquistar de um jeito bem especial.
Rhys e Sadie são personagens diferentes, mas que têm alguns pontos em comum, principalmente as crises de pânico. Cada um tenta lidar com essa situação da sua própria maneira e tenta equilibrar tudo em suas vidas, mas quando o caminho deles se cruza, a história fica mais cativante.
Intercalado no ponto de vista de ambos, a gente consegue entender o porquê de cada um ter essas crises, o que passa em suas vidas, o que eles realmente sentem um pelo outro… e a construção do romance vai desenrolando de um jeito leve e divertido.
Apesar dos momentos difíceis que eles enfrentam, Peyton Corinne soube como trazer a leveza necessária para a narrativa, assim como uma pitada de cenas mais quentes, e tudo isso complementou perfeitamente bem a trama, fazendo com que me apegasse aos personagens e tudo que estavam vivenciando.
Outro ponto de que gostei bastante foram os irmãos da Sadie. Eles são mais novos, mas já passaram por tantas coisas em suas vidas e ela faz o possível para protegê-los. Então, essa relação é algo que me conquistou ainda mais nessa obra, assim como Rhys acabou apegado a eles também, fazendo o possível para arrancar sorrisos dessas crianças que tanto precisavam.
Para mim, essa foi uma leitura que me conquistou imensamente. Mesmo que eu tenha sentido um pouco de falta de aprofundar um pouco mais em algumas questões, ainda assim, “jogando por controle” foi uma leitura que me arrancou sorrisinhos bobos, deixou meu coração apertadinho em alguns momentos, mas que, no final, finalizou exatamente como deveria.
Uma obra que vai além do romance com esporte, explorando várias camadas, mostrando os dilemas e as fragilidades dos personagens, a luta por pessoas que amamos, as consequências de nossas escolhas e que o amor pode surgir nos momentos mais inesperados e nos ajudar quando mais precisamos.
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Título original: UnsteadySINOPSE
Rhys Koteskiy está de volta. Pelo menos é o que todo mundo espera. Na semifinal do último ano, o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell levou uma pancada tão violenta que até hoje luta para se recuperar. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele se pergunta se algum dia vai jogar de novo – e se é isso mesmo o que quer.
Sadie Brown está determinada a não perder o foco neste semestre. Afundada em dívidas, ela se vira do avesso para conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos mais novos e os treinos de patinação artística. Com seu temperamento difícil, sua reputação no campus não é das melhores.
Quando ela presencia uma crise de pânico do melhor jogador da equipe de hóquei e tenta ajudá-lo, nasce uma inusitada identificação entre os dois. Rhys sente um vazio enorme e não consegue resgatar sua paixão pela vida, enquanto Sadie, sempre tomada por alguma emoção, não aguenta mais lidar com tanta intensidade.
Mas o caminho para a cura não é fácil, e os segredos que eles guardam um do outro só complicam as coisas.
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