O quanto um acidente pode mudar completamente a sua vida?
Nessa história, vamos conhecer Tegan, uma jovem de 23 anos que está grávida de oito meses e precisa deixar toda a sua vida para trás, afinal, tudo o que aconteceu nos últimos tempos foi marcado por dor e sofrimento. Então, ela decide pegar a estrada para passar um tempo com seu irmão, até decidir o rumo que vai tomar para a sua jornada.
O problema é que, durante a sua viagem de carro, uma tempestade de neve começa a cair e ela bate o carro em uma árvore. A área em que sofreu o acidente é uma região rural do Maine e, com o tornozelo possivelmente quebrado e sem sinal de celular, ela teme pelo pior. É então que um homem aparece para ajudá-la.
No primeiro momento, ela fica relutante, afinal, depois de tudo o que já passou em sua vida, é difícil acreditar em qualquer pessoa. Porém, quando ele a leva para a sua casa e conta que sua esposa é enfermeira, Tegan começa a se sentir minimamente segura. Até que algumas coisas começam a acontecer e ela passa a sentir que ali será o seu fim.
Freida McFadden sabe como nos envolver em suas histórias desde o primeiro capítulo. A autora sempre apresenta algum elemento que instiga a curiosidade e dá vontade de conectar todos os pontos e entender como tudo irá acabar. E, é claro, sempre nos faz criar teorias que, muitas vezes, são bem diferentes da realidade.
O Acidente foi uma leitura que acabou me proporcionando diversas emoções, afinal, é um livro que tem muitas camadas. No começo da leitura, quando estamos conhecendo a personagem e todos os dilemas de sua vida, a autora nos apresenta alguns assuntos importantes e que, de certa forma, acabam determinando muitas coisas no futuro da personagem.
E eu gostei de como isso foi colocado na narrativa. Apesar de não ser o foco da trama, ainda assim, isso acabou se tornando relevante e até mesmo se conectando com algo no final da história. Mas o livro gira em torno do acidente de Tegan e dos dias que ela passa na casa do casal que a socorreu.
Com a narrativa intercalada entre os pontos de vista de Polly, a mulher que a resgatou, e de Tegan, a gente vai entendendo mais sobre as personagens, seus objetivos, suas motivações e como podemos ter perspectivas diferentes sobre diversas coisas — e sobre as pessoas também. Muitas vezes, acreditamos no que queremos acreditar.
Apesar de ter gostado bastante de O Acidente, confesso que fiquei um pouquinho na dúvida se gostei totalmente do final ou não. O desfecho foi muito bem feito, afinal, não estava esperando pelo que aconteceu, mas algumas outras questões me fizeram questionar, sabe? Talvez tenha sido certo, mas ainda não sei como me senti com isso.
De qualquer forma, esse é um livro que vale a pena dar uma chance. Uma história que intriga, que te deixa completamente envolvida em uma escrita viciante e que te pega completamente desprevenida com o final.
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Escritora: Freida McFadden
Editora: Record
Páginas: 350
Ano: 2025
Gênero: thriller psicológico
Classificação: 16+
SINOPSE
Tegan tem 23 anos, está grávida de oito meses e precisa, desesperadamente, deixar para trás uma vida marcada por dor e sofrimento. Então, na primeira oportunidade, não hesita em pegar a estrada para passar um tempo com o irmão até decidir o próximo passo, mas ela não tem noção de que está dirigindo em direção a uma tempestade de neve. Ela não chega ao seu destino, pois bate com o carro em uma árvore.
Isolada em uma área rural do Maine, com um tornozelo possivelmente quebrado e sem sinal de celular, Tegan teme que esse tenha sido o maior erro de sua vida. No entanto, um milagre acontece: ela é resgatada por um casal que lhe oferece um quarto em sua casa até a nevasca passar.
Porém, há algo estranho... Tegan acreditava estar a salvo, mas, com o passar dos dias, ela percebe que está em perigo. O refúgio, que antes parecia acolhedor, agora mais parece um pesadelo do qual não consegue escapar, e ficar ali pode ser o seu fim.
Será que, depois de tudo que Juliette enfrentou em sua jornada, ela terá um final feliz? O final que realmente merecia?
RESENHA DO SEXTO LIVRO — SEM SPOILER
Com tudo o que aconteceu na vida da personagem, ela continua lutando para entender o passado que a assombra e, ao mesmo tempo, tenta contemplar um futuro, mesmo que incerto. Os limites entre o que é certo e errado estão atormentando sua vida. Nada é tão evidente quanto parece.
Só que velhos inimigos estão se aproximando novamente. O momento de acertar as contas com o Restabelecimento está chegando. Será que ela irá escolher de qual lado lutará? Afinal, seu destino pode não estar sob seu controle.
Cheguei ao final dessa série tão amada e agora entendo o porquê de todo mundo amar Estilhaça-me: são livros que viciam, que não dão vontade de parar de ler até entender como tudo irá acabar. E, a cada livro, mais acontecimentos surgem, fazendo com que a gente fique completamente imersa e curiosa com o desenrolar da história.
Imagina-me foi um livro que me causou um misto de emoções, afinal, muitas coisas acontecem nessa obra. A gente vê uma personagem que continua lutando para entender seu passado e até mesmo sobreviver a tudo o que está acontecendo, além de acompanhar várias outras situações que vão se desenrolando em torno disso.
O que mais gostei nesse último livro, além das inúmeras reviravoltas, foi a forma como o interesse amoroso foi colocado à prova e como o amor foi algo que falou mais alto do que qualquer outra situação. Tahereh Mafi soube construir esse sentimento muito bem ao longo dos outros livros da saga e acabou deixando meu coração quentinho. E aqui já fica um adendo: o conto Aceite-me vai trazer uma conclusão ainda melhor para o casal.
Esse é aquele livro que traz uma certa leveza em alguns momentos, mas também desenvolve muito bem outras questões, fazendo com que a gente reflita sobre tudo o que aconteceu e até fique chocada em alguns momentos. Faz com que a gente se apegue aos personagens e torça muito para que eles encontrem o final feliz depois de tudo o que viveram.
No fim, ler a série Estilhaça-me foi uma experiência e tanto! Mesmo que, em alguns momentos, eu tenha sentido que algumas coisas ficaram um pouco de lado, ainda assim, acredito que a autora soube desenvolver muito bem o ponto principal da trama, conectando todos os pontos e finalizando como realmente deveria.
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Título original: Imagine-meEscritora: Tahereh Mafi
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 368
Ano: 2020
Classificação: 15+
SINOPSE
Agora que Ella sabe quem é Juliette e para qual finalidade foi criada, as coisas só se tornaram mais complicadas. Enquanto ela luta para entender o passado que a assombra e contempla um futuro mais incerto do que nunca, os limites entre certo e errado – entre Ella e Juliette – não estão tão evidentes. E, com velhos inimigos se aproximando, seu destino pode não estar sob seu próprio controle.
O dia do acerto de contas para o Restabelecimento está chegando. Mas será que ela conseguirá escolher de que lado lutará?
Depois dos acontecimentos do livro anterior, a vida de Juliette mudou completamente (de novo), e tudo o que ela quer é recorrer a Warner para obter todo o apoio e a orientação possíveis.
RESENHA DO QUINTO LIVRO DA SÉRIE — SEM SPOILER
Juliette viu sua vida mudar completamente após seu curto mandato como comandante suprema da América do Norte, afinal, foi o maior desastre possível. Agora, ela conta com Warner para ajudá-la nessa nova jornada. Porém, o que ela não esperava era descobrir alguns segredos sobre ele, sua família e também sobre a própria identidade. Por que ele nunca contou isso a ela?
Então é quando ela vai perceber que não conseguiu derrotar o Restabelecimento, apenas acreditou que tinha conseguido. Achava que também tinha conseguido assumir o controle de sua vida, de seu poder e até mesmo de sua própria dor, mas uma vida repleta de mentiras se desfez diante de seus olhos. E é a partir daí que ela vai precisar lutar mais uma vez, mas, dessa vez, com a sua própria mente.
Esse quinto livro da série Estilhaça-me veio para me mostrar que, assim como Juliette, fui enganada em vários momentos. A autora nos apresenta tantos acontecimentos ao longo dos capítulos, fazendo com que toda a trajetória da personagem seja ainda mais marcada pela dor e por momentos inesperados.
Juliette é uma personagem que vem tentando, desde o primeiro livro, descobrir mais sobre si mesma, seus poderes e sua família, além de tentar vencer todo o sistema. E isso é algo que me faz gostar dela, afinal, ela é muito determinada em suas atitudes (mesmo que, em alguns momentos, fique um pouco perdida). Só que, diferente dos outros livros, aqui ela está mais vulnerável, principalmente depois de ter falhado como comandante suprema e por tantas outras coisas que acontecem ao longo dos capítulos.
Com a narrativa intercalada entre Kenji (um dos meus personagens favoritos) e alguns capítulos na visão de Warner e Juliette, Tahereh Mafi nos faz viver inúmeras emoções ao longo de cada descoberta. É aquela sensação de que tudo pode dar errado a qualquer momento, sabe? Mas, ao mesmo tempo, temos personagens tentando reparar seus erros a todo instante e encontrar a paz em meio ao caos que foi instalado.
Mas sabe algo que percebi nessa trama? É que, mesmo com tudo de pior acontecendo, os personagens ainda têm esperança. Eles lutam diariamente para se manterem positivos e buscam por um lugar melhor, onde desistir nunca é uma opção. Além disso, a amizade que foi sendo construída ao longo dessa série é o que torna tudo ainda melhor.
Para mim, Desafia-me é uma obra cheia de reviravoltas, que pode proporcionar um misto de emoções em diversos momentos, além de revelações bem inesperadas. É aquele tipo de livro que não dá vontade de parar de ler até chegar à última página.
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Escritora: Tahereh Mafi
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 304
Ano: 2019
Gênero: distopia
Classificação: 15+
SINOPSE
O curto mandato de Juliette como comandante suprema da América do Norte foi um desastre total. Quando os filhos dos outros líderes mundiais aparecem à sua porta, tudo o que ela quer é recorrer a Warner para obter apoio e orientação. Mas ele parte seu coração ao revelar que está mantendo segredos sobre a família e a identidade dela – segredos esses que mudam tudo.
Em Desafia-me , Juliette descobre que nada em seu mundo é o que parece. Ela achava que tinha derrotado o Restabelecimento, que finalmente assumiria o controle de sua vida, de seu poder, de sua dor. Mas ver uma vida inteira de mentiras se desfazendo diante de si muda tudo.
Agora, Juliette deve lutar pela vida e pelo amor, mas primeiro terá de sobreviver à guerra sendo travada contra a sua mente: ela terá de lembrar quem ela mesma era.
Uma foto de uma mulher e uma menina desconhecidas, uma partitura com um bilhete na margem. E foi assim que Ella começou a se questionar sobre o passado de toda a sua família.
Nessa história, vamos conhecer Ella, que recebeu uma caixinha de madeira com uma foto e uma partitura que a levam a questionar todo o passado de sua família, principalmente porque esses itens foram deixados para a sua avó na Hope's House, uma casa para mulheres solteiras.
Inicialmente, Ella não consegue entender a relação entre os itens deixados e seus parentes, mas acaba descobrindo que o retrato foi tirado na ilha grega de Escópelos. É então que ela resolve embarcar nessa aventura para desvendar esse mistério.
Na ilha, ela conhece a história de uma família ligada à realeza que se viu obrigada a deixar seu país e de uma garota com um talento único para a música, que conquistou o coração de um violinista. E, mesmo determinada a desvendar tudo e voltar para Gabriel, seu grande amor, ela sabe que a beleza das ilhas e as histórias de seus antepassados podem mudar tudo.
A Filha Grega é o terceiro livro da série As Filhas Perdidas, que pode ser lido de maneira independente, mas recomendo ler na ordem para entender toda a conexão da Hope's House com a vida das protagonistas.
E eu gostei muito dessa história. Mais uma vez, Soraya Lane soube como me conduzir para uma trama cheia de emoção, com momentos que mudaram completamente a vida da protagonista do passado e também a do presente, fazendo com que toda a trama se conectasse de um jeito que conquistou bastante o meu coração.
Nos capítulos do passado, a autora constrói uma narrativa pela perspectiva de Alexandra, que enfrentou escolhas difíceis em sua vida, principalmente entre o que era certo e o amor. Toda a sua trajetória é marcada por sacrifícios, enquanto ela precisa se reencontrar, entender mais sobre si mesma e lidar com a paixão pela música, que está sempre presente em sua jornada.
Já nos capítulos atuais, temos uma personagem que quer encontrar respostas sobre sua família e, consequentemente, acaba descobrindo muito sobre si mesma. De certa forma, essa busca também se transforma em uma jornada de autodescoberta.
Para mim, essa é aquela história que traz mistérios na medida certa, que nos faz viajar para a Grécia e ficar completamente apaixonada pelas descrições incríveis que a autora traz em cada capítulo. Além disso, nos apresenta personagens fortes e determinadas, que lutam pelo que acreditam. Uma história que mostra que, muitas vezes, as escolhas do coração podem nos levar por caminhos inesperados, mas podem ser as mais fiéis a quem realmente somos.
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Título original: The Royal DaughterEscritora: Soraya Lane
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Ano: 2025
Gênero: romance
Classificação: 15+
SINOPSE
Uma foto de uma mulher e uma menina desconhecidas, uma partitura com um bilhete na margem. Encontrados em uma caixinha de madeira, esses dois itens levam Ella a questionar todo o passado de sua família, pois foram deixados para sua avó na Hope’s House, uma casa para mulheres solteiras.
Ella não consegue entender a relação da foto e da partitura com seus parentes, mas descobre que o retrato foi tirado na pitoresca ilha grega de Escópelos, banhada pela água turquesa do mar Egeu.
Aconselhada por seu novo amor, Gabriel, Ella resolve ir até a ilha para desvendar o mistério de sua origem. Lá, conhece a história de uma família ligada à realeza que se viu obrigada a deixar seu país para levar uma nova vida em Londres, e de uma garota com um talento único para a música que conquistou o coração de um violinista.
Comovida com o sacrifício dos jovens amantes, Ella está inclinada a voltar para Londres e Gabriel, mas a beleza da ilha e seus antepassados gregos também tocam seu coração.
Se você gosta de um romance onde os personagens são rivais no trabalho, não se gostam, mas essa convivência acaba se transformando em um sentimento muito maior, além de trazer um romance proibido, segredos de família e muito mais, você precisa conhecer o novo livro da Alexia Road.
Se tem uma família cheia de segredos, essa família com certeza é a da Alice.
Há cinco anos, Alice foi banida da ilha particular de seu pai, na costa de Rhode Island. Desde então, ela construiu uma ótima reputação, independente do sobrenome e da influência dele — ainda mais por ele ser um gênio da computação.
Porém, após a morte repentina de seu pai, ela é obrigada a voltar para a ilha. O problema é que nem tudo vai ser exatamente como ela imaginou. Afinal, para conseguir receber a herança, ela e seus irmãos terão que cumprir algumas tarefas.
Mas talvez lidar com os familiares seja ainda mais difícil do que o próprio jogo, assim como lidar com Jack, um dos homens em quem seu pai mais confiava e de quem Alice sabe que precisa se manter afastada para manter o coração intacto.
Tempestades de Verão foi aquela leitura que comecei com bastante curiosidade, pois a família é repleta de segredos e existem muitos acontecimentos na vida de cada um. A cada revelação, você se sente ainda mais preso à narrativa, mas, em determinado momento, achei que a leitura acabou ficando um pouquinho cansativa.
Alice é uma personagem que se livrou das regras de seu pai. Sair de casa, viver sem o dinheiro da família e lidar com as consequências de ter sido banida da ilha foram situações que ela soube contornar. Mais do que isso, ela conseguiu construir a própria carreira, sem depender da família.
A morte do pai muda completamente tudo, afinal, depois de anos, voltar para aquela ilha, enfrentar sua família e todas as lembranças que aquele lugar pode trazer não é algo fácil. E é a partir desse momento que toda a trama começa a se desenrolar.
E, apesar de ter gostado da proposta do livro e de descobrir todos os segredos dessa família, ainda assim, a leitura não funcionou completamente para mim. Gostei de que cada membro tinha o seu próprio segredo e o seu próprio dilema, além de ser perceptível como cada um estava lidando com o luto.
Mas, fora isso, a trama seguiu sem grandes reviravoltas, sabe? Claro que todos os segredos já são um acontecimento, mas, ainda assim, senti que, em determinado momento, a história acabou ficando mais linear, como se não houvesse mais tanto o que explorar. Acho que, se fosse um livro menor, com menos páginas, ou se intercalasse mais os capítulos na visão de cada irmão, talvez tivesse funcionado melhor para mim.
De qualquer forma, a escrita da Sarah MacLean é boa. Como falei, a autora soube criar um mistério em torno dessa família, mostrando o quão caótica ela é e como o jogo criado pelo pai fez com que tudo acabasse se encaixando exatamente como deveria.
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Título original: These Summer StormsEscritora: Sarah MacLean
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
Ano: 2026
Gênero: romance
Classificação: 15+
SINOPSE
Há cinco anos Alice foi banida da magnífica ilha particular do pai, o gênio da computação Franklin Storm, na costa de Rhode Island. Desde então, construiu uma reputação independente do sobrenome, da influência e dos bilhões dele.
Mas a morte repentina de Franklin faz com que o retorno de Alice seja inevitável.
O plano dela é manter a cabeça baixa, prestar as últimas homenagens e ir embora logo depois do velório.
Infelizmente seu pai tinha outros planos. O patriarca excêntrico e manipulador deixou para os herdeiros um último desafio, um jogo que vai virar o mundo deles de cabeça para baixo. As regras são: passar uma semana na ilha, completar as tarefas designadas e assim receber a herança.
Mas, para Alice, lidar com os familiares é mais difícil que o jogo em si. Com a irmã mais velha e seu caso de amor secreto, o irmão e sua arrogância implacável, a irmã caçula e seu apreço por elementos esotéricos, a mãe com sua frieza e o olhar implacável de julgamento, as possibilidades de drama estão em cada canto da mansão.
Somando-se a isso tudo o olhar atento e sempre presente de Jack Dean, o braço-direito lindo e misterioso de seu pai, vai ser um milagre se Alice sair da ilha com o coração intacto.
Se você também gosta de audiobooks, você precisa conferir essa lista de 25 obras que foram publicadas em 2026 e já estão disponíveis para assinantes da Audible!
E se você precisasse recomeçar a sua vida após perder a pessoa que você mais amava?
Enfrentando o luto, Camila decide pegar a estrada com sua câmera e uma mochila para realizar o último desejo de sua mãe: visitar todos os lugares que elas sempre sonharam em conhecer.
Por outro lado, conhecemos Iago, que está de férias e pretende rodar o país em sua caminhonete junto com seu cachorro, Alfredo. Ele está buscando sair da sua zona de conforto, mas também está em busca de um novo recomeço.
Só que as coisas acabam mudando um pouquinho na vida de ambos quando seus caminhos se cruzam. Após um pequeno desentendimento por conta de um pastel, eles se veem forçados a viajar juntos, embarcando por vários estados do Brasil, compartilhando mais sobre suas vidas, enquanto novos sentimentos começam a florescer.
Onde Voam as Borboletas é uma história em que acompanhamos dois personagens que precisam recomeçar suas vidas, cada um lidando com suas próprias questões. A viagem acaba sendo extremamente importante em suas jornadas para que consigam entender até onde são capazes de seguir.
Com a narrativa pelo ponto de vista de ambos, a autora vai nos apresentando um pouquinho mais de suas vidas, os motivos de estarem na estrada, como seus caminhos se cruzaram e como isso foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para os dois.
Quando eles começam a viajar juntos por vários estados, é quando a trama começa a ficar mais envolvente. Sara Fidélis vai nos apresentando, com uma riqueza de detalhes, todos os locais por onde eles passam, fazendo com que a gente se sinta parte do enredo. E esse, para mim, foi um ponto bem positivo.
Mas, apesar de ter gostado do livro e de ter achado vários momentos fofos, ainda preciso dizer que senti que, da metade em diante, o livro ganhou um ritmo mais frenético e acabei sentindo falta do que havia encontrado nos primeiros capítulos, sabe? Senti que poderia ter explorado um pouco mais as mudanças que acabaram acontecendo na vida da Camila, assim como as coisas que seguiram na vida do Iago também. Depois de tudo que vivenciamos com os personagens ao longo de suas jornadas, ter algumas dessas explicações teria me conquistado um pouco mais.
Uma outra ressalva foi com relação ao cachorro, Alfredo. Em alguns momentos, senti que ele acabou "ficando de lado" na história. Apesar de não ser o personagem principal, ele estava viajando junto com o protagonista. Então, era importante que estivesse sempre por perto, e não foi exatamente o que senti.
De qualquer forma, Onde Voam as Borboletas foi uma boa leitura. Um livro que retrata como o luto pode ser diferente para cada pessoa e que cada um lida com a sua dor da própria maneira. Também nos mostra a importância de recomeçar e se reencontrar ao longo de nossas vidas, mesmo quando tudo parece perdido e sem rumo.
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Escritora: Sara Fidélis
Editora: Astral Cultural
Páginas: 256
Ano: 2025
Gênero: romance contemporâneo
Classificação: 15+
SINOPSE
Enfrentando o luto, Camila cai na estrada com sua câmera, uma mochila nas costas e o objetivo de realizar o último desejo da mãe, uma bióloga apaixonada por borboletas que, em seus momentos finais, pediu à filha que visitasse os lugares com os quais as duas sonhavam. A garota só não esperava que seu caminho cruzasse com o de um lindo e irritante ladrão de pastéis.
Iago tem um plano. Ele está de férias e, na companhia de seu cachorro Alfredo, pretende rodar o país em sua caminhonete, aventurando-se em algo fora de sua zona de conforto. Uma briga por comida coloca Camila e Iago no caminho um do outro, e os dois se veem forçados a viajar juntos, embarcando em uma viagem por vários estados do Brasil.
Em meio a discussões acaloradas, segredos, paisagens belíssimas, fotos incríveis e uma paixão repentina, os dois vão descobrir o verdadeiro significado do efeito borboleta.
Já imaginou que dois azarados, ambos de corações partidos, podem acabar descobrindo que o amor não é um sentimento tão ruim assim?
Um reencontro anos depois pode trazer à tona vários sentimentos do passado, mas também pode ser o começo de uma nova jornada.
As Filhas Perdidas é uma série de livros da Soraya Lane, onde é composta por 7 livros, cada um contado por uma personagem diferente e, até o momento, 4 deles já foram publicados aqui no Brasil. Confira!
E se um alerta de tornado te fizesse ficar presa com uma pessoa dentro da sua própria casa e um questionário de uma revista fizesse você se apaixonar por ela?
E se uma receita antiga pudesse se conectar com toda a sua vida de um jeito completamente inesperado?
Que tal aproveitar para conhecer 4 histórias que foram publicadas em 2026 e já estão disponíveis no catálogo do Kindle Unlimited?
Você já imaginou que, no pior dia da sua vida, a porta de uma biblioteca se abrisse e você pudesse reescrever uma parte da sua história?





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