Quantas mulheres não precisaram impor a sua força para conseguir algo em um período tão difícil, como a Guerra?
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1941. Uma estudante e mãe solo se alista para defender sua pátria e acaba se tornando a maior sniper da Segunda Guerra Mundial.
Lyudmila Pavlichenko divide seu tempo entre cuidar do filho pequeno e as pesquisas para a sua dissertação da faculdade. Porém, tudo muda em sua jornada quando a União Soviética é invadida pelos alemães e ela é forçada a trilhar um novo caminho.
Com pouco conhecimento em atirar, Lyudmila acaba a frente da batalha e é a partir daí que ela vê a sua vida mudar completamente, pois acaba se tornando muito conhecida por matar mais de 309 inimigos durante a Segunda Guerra e passa a ser chamada de Dama da Morte e é quando ela é enviada aos Estados Unidos com a missão de convencer o presidente a se unir às frentes europeias.
Se recuperando de ferimentos da Guerra, o que ela não esperava era que uma amizade improvável com a primeira-dama e o reencontro emocionante com um antigo colega a fariam sonhar em ser feliz de novo.
"A dama da morte" é aquele livro que causa uma avalanche de emoções ao longo dos capítulos, afinal, vemos uma personagem que engravidou muito nova, aprendeu a cuidar do seu filho sozinha e ainda precisava cuidar de seus estudos, e, além disso, ela precisou ir para a batalha e lutar essa guerra.
Esse foi meu primeiro contato com a escrita da Kate Quinn e devo dizer que gostei muito da riqueza de detalhes que ela trouxe ao longo das páginas, me deixando envolvida com a vida da personagem e por tudo que ela estava passando em sua jornada.
E apesar de ter gostado muito disso, em alguns momentos senti que a leitura ficou um pouco cansativa. Sei que é um período completamente complicado da história e Lyudmila passou por tantas questões que é até difícil descrever, mas alguns pontos acabaram se tornando maçantes para mim.
Porém, nos capítulos finais, a autora trouxe muitas reviravoltas e muito mais emoção também. Acho que, como tudo seguiu, foi perfeito para que a obra terminasse com uma grande mensagem de esperança e, principalmente, de alívio.
Com os capítulos intercalados entre acontecimentos atuais e alguns do passado, a autora vai encaixando todas as pontas, nos apresentando a jornada de uma mãe e estudante que foi lutar pelo seu país; que foi lutar por sua sobrevivência e durante esse processo acabou conhecendo muito sobre si, sobre seus medos e descobrindo o que realmente significava amor.
Uma personagem que acreditava que não podia errar. Determinada a sempre se tornar a melhor, em não falhar com ninguém, acabou se esquecendo do que realmente importava. Porém, aos poucos, Lyudmila acabou entendendo muitas coisas e isso fez com que ela enxergasse sua vida e a si com outros olhos.
Então, "a dama da morte" é uma ficção história baseada em uma história verídica e proporciona muitas emoções ao longo dos capítulos. Uma obra que causa um misto de emoções por ser narrada em um período tão devastador da história, mas que ainda proporciona um pouquinho de esperança.
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Título original: The diamond eyeEscritora: Kate Quinn
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 476
Ano: 2025
Gênero: ficção histórica
Classificação: 16+
SINOPSE
Na cidade nevada de Kiev, a bem-humorada estudante universitária do curso de História Lyudmila Pavlichenko divide o tempo entre os cuidados com o filho pequeno e as pesquisas para sua dissertação. Mas a invasão da União Soviética pelos alemães liderados por Hitler a força a trilhar um caminho inesperado. Com quase nenhum treinamento, ela vai para a frente de batalha, onde precisa provar suas habilidades como atiradora de precisão. Em pouco tempo, Mila se transforma na caçadora letal de nazistas conhecida como a Dama da Morte. Quando a notícia da eliminação de 309 alvos inimigos faz dela uma heroína nacional, Mila é enviada aos Estados Unidos com a missão de convencer o presidente Franklin D. Roosevelt a se unir às frentes europeias.
Ainda se recuperando de ferimentos de guerra e devastada por perder seu grande amor, Mila se vê isolada no mundo cosmopolita e político de Washington, D.C., até que uma amizade improvável com a primeira-dama Eleanor Roosevelt e o reencontro emocionante com um colega atirador a deixam sonhar em ser feliz de novo. Mas, um desafeto do passado de Mila une forças com um perigoso adversário, envolvendo a Dama da Morte numa perigosa trama conspiratória. Ela então precisa lutar contra o medo e desviar das balas inimigas no duelo mais mortal de sua vida.
Já imaginou ter uma doença rara onde você não pode ser tocada por ninguém? Esse é um dos dilemas enfrentados pela nossa personagem principal.
Nessa história, conheceremos Jubilee, uma personagem que passou a sua infância e adolescência sofrendo por conta da sua doença. Após um acontecimento na escola que quase a levou à morte, ela tornou-se reclusa. Trancou-se em casa, se afastando de tudo e todos.
Como se já não bastasse enfrentar tudo isso, a mãe de Jubilee decidiu fugir com um cara por quem ela estava completamente apaixonada, deixando-a sozinha no seu próprio mundo, com seus próprios dilemas.
Depois de nove anos vivendo dessa forma, ela recebe a notícia de que sua mãe faleceu. Agora, sem apoio financeiro da mãe, Jubilee é forçada a sair de casa e encarar o mundo do qual fugiu nos últimos tempos. E é quando a trama começará a desenrolar e a vida dela também.
“Perto o bastante para tocar” foi meu terceiro contato com a escrita da Colleen Oakley e eu fiquei completamente imersa na leitura, tentando entender mais sobre a Jubilee e como essa doença se desenvolvia em seu corpo quando ela era tocada por outro ser humano.
Na primeira parte do livro, acompanhamos todo o drama que a personagem enfrentou e ainda enfrenta nos últimos anos. Ficar excluída do mundo foi uma opção, afinal, como ela poderia viver normalmente sua vida, sendo que jamais experimentaria o toque de outra pessoa?
E quando ela precisa sair de casa, voltar para a realidade, é quando percebemos que todo esse tempo reclusa, ela acabou desenvolvendo a agorafobia. A ansiedade a domina por estar em lugares, principalmente com várias pessoas, e isso acaba por a paralisar de certa forma.
Só que no meio de todos esses dilemas, ela acaba conhecendo Eric, um personagem que também está passando por situações delicadas em sua vida e tudo que ele quer é entender seu filho adotivo, lidar com o trabalho pelos próximos meses e voltar para a sua vida antiga.
Então, intercalado no ponto de vista de ambos os personagens, conseguimos entender perfeitamente o passado e o presente da Jubilee, em como foi a sua jornada nos últimos anos e em como Eric lida com a separação, com a perda de seus amigos e agora, com uma criança em sua responsabilidade.
Apesar de ter gostado bastante da trama e de como as coisas foram desenrolando na vida de ambos, ainda assim, senti serem personagens imaturos.
É completamente compreensível algumas atitudes de Jubilee, afinal, ela passou isolada do mundo, porém, é perceptível acompanhar a sua evolução ao longo das páginas, principalmente em como ela enfrentou sua fobia. Já Eric, ele acabava sendo impulso em diversos momentos, principalmente por conta de suas palavras. Então, isso fez com que eu não gostasse de alguns pontos ao longo da leitura.
Mas devo dizer que Aja, o filho adotivo de Eric, me conquistou bastante. É uma criança muito fã dos X-Men e acredita que tem superpoderes. Ao longo da narrativa, a autora foi apresentando muito bem essas questões e ficou claro os motivos e as dores que esse personagem também estava enfrentando. E a conexão dele com Jubilee foi o ponto que me conquistou bastante nessa narrativa.
Então, “perto o bastante para tocar” é uma leitura que explora várias camadas dos personagens, mostrando suas vulnerabilidades e dilemas enfrentados ao longo de suas vidas. É uma história que tem o romance em segundo plano, que foi desenvolvido da maneira certa, completando perfeitamente essa história.
⚠ Pode conter gatilhos: traumas da infância, agorafobia, luto, depressão, ansiedade.
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Título original: Close enough to touchEscritora: Colleen Oakley
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 350
Ano: 2017
Gênero: romance
Classificação: +15
SINOPSE
Jubilee Jenkins é uma jovem com uma condição médica rara: ela é alérgica ao toque de outros humanos.
Depois de uma humilhante experiência de quase morte na escola, Jubilee tornou-se reclusa, vivendo os últimos nove anos nos confins da pequena Nova Jersey, na casa que sua mãe deixou quando fugiu com um empresário de Long Island.
Mas, agora, sua mãe está morta e, sem seu apoio financeiro, Jubilee é forçada a sair de casa e encarar o mundo do qual tem se escondido — e as pessoas que o habitam. Uma dessas pessoas é Eric Keegan, um homem que acabou de se mudar para a cidade e está lutando para descobrir como sua vida saiu dos trilhos. Até que um dia, ele conhece a misteriosa chamada Jubilee e se encanta por ela, sem saber de sua condição.
O que você faria se descobrisse uma realidade alternativa onde a pessoa que você mais ama continua viva?
Sabe quando você encontra alguém e tem aquela sensação de que conhece a pessoa, mas não sabe da onde e nem nada? E a partir disso, muitas coisas começam a fazer sentido e você começa a se questionar sobre diversas coisas? É exatamente o que "você também estava lá" vai retratar.
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