A guerra pode chegar ao fim antes mesmo de começar. E Juliette e Warner são os únicos capazes de derrubar o inimigo.
Mesmo com todas as suas inseguranças, ela sabe que ele é o único capaz de ajudá-la a derrotar o inimigo. Porém, conforme os acontecimentos se desenrolam e eles se preparam para o que está por vir, Juliette descobre verdades que nunca imaginou e que podem mudar completamente o rumo de sua vida.
Depois dos acontecimentos do segundo livro, comecei Incendeia-me com grandes expectativas. Afinal, o mundo que Tahereh Mafi vem construindo ao longo dessa série é realmente instigante, e você só quer descobrir mais.
A autora apresenta, com riqueza de detalhes, tudo o que precisamos saber sobre Juliette e os demais personagens. Aos poucos, ela constrói a narrativa de forma que passamos a compreender melhor muitas situações e motivações. Além disso, o romance também ganha mais destaque. Nesta terceira obra, os sentimentos de Juliette ficam ainda mais intensos, e ela passa a entender melhor suas emoções e seus desejos. Não posso negar que esse foi um dos pontos que mais me agradou na leitura.
Mas, como mencionei, tudo acontece sem pressa. Então, nos capítulos finais, Tahereh Mafi entrega acontecimentos que transformam a história em algo frenético. É impossível parar de ler até chegar à última página e, imediatamente, querer pegar o próximo livro. Eu gosto desse ritmo, mas senti que alguns outros momentos também poderiam ter recebido um pouco mais desse ritmo.
Um aspecto que gostei muito foi a evolução da protagonista. Juliette passa por um processo de aprendizado e amadurecimento bastante interessante. Em vários momentos, senti que ela estava tentando provar algo para si mesma e compreender melhor seus próprios sentimentos, mas a forma como sua trajetória se desenvolve, especialmente nos capítulos finais, mostra exatamente do que ela é capaz.
Não dá para falar desse livro sem mencionar os outros personagens que também tem grande importancia. Kenji, por exemplo, tem conquistado cada vez mais. Sua amizade com Juliette é adorável, essencial para sua jornada e, sem dúvida, um dos pontos altos da trama. Já Adam me deixou um pouco irritada em alguns momentos por causa de suas atitudes. E Warner, claro, ganhou ainda mais espaço no meu coração.
Incendeia-me foi uma leitura que me proporcionou um misto de emoções, mas gostei bastante da forma como tudo aconteceu. Acredito que o próximo livro trará acontecimentos ainda mais marcantes e, quem sabe, um romance ainda mais presente.
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Escritora: Tahereh Mafi
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 448
Ano: 2020
Gênero: distopia
Classificação: 15+
Todos aqueles com quem Juliette já se importou podem estar mortos. A guerra pode chegar ao fim antes de sequer ter começado. Ela é a única resistência no caminho do Restabelecimento e sabe que, para sair viva, o Restabelecimento não pode viver.
Todavia, para derrubar o sistema e o homem que quase a matou, Juliette precisará da ajuda justamente de uma pessoa em quem pensou que jamais poderia confiar. E, conforme a dupla trabalha junto para derrubar o inimigo, ela descobre que tudo o que pensou saber – sobre Warner, sobre suas habilidades e até mesmo sobre Adam – estava errado.Um toque pode ser fatal. Um toque pode fazer um adulto se ajoelhar de dor e implorar por misericórdia. Um toque pode mudar tudo.
Retornar para o mundo dos Jogos Vorazes é sempre uma nostalgia, mas, ao mesmo tempo, traz muitas emoções com tantas coisas terríveis que acontecem ao longo dos capítulos.
Em “amanhecer na colheita”, vamos conhecer melhor a história de Haymitch. É a quinquagésima edição dos Jogos Vorazes, dia de seu aniversário, e o medo toma conta dele e de todos os distritos de Panem. Esse ano, diferente dos outros massacres, o dobro de tributos será levado de suas casas.
No Distrito 12, Haymitch está tentando não pensar nas suas chances de ser sorteado. Ele só quer sobreviver a esse dia e passar um tempo com a garota que ama. Só que, infelizmente, muitas coisas acontecem no momento da colheita e seus sonhos acabam desmoronando.
Ele é separado da família e da namorada e enviado para a Capital com outros três tributos do seu distrito. Apesar de serem bem diferentes um do outro, eles vão precisar encontrar forças e se unir para conseguir sobreviver o máximo possível na arena. E é a partir daí que muitas coisas irão acontecer.
Jogos Vorazes fez parte da minha adolescência. Lembro que, quando li, fiquei completamente imersa no universo que a Suzanne Collins criou e muitas emoções foram surgindo em cada novo livro.
Quando li “a cantiga dos pássaros e das serpentes” que conta a história do presidente Snow, deu para entender um pouco mais de suas atitudes e o porquê de tudo isso. Mas, ainda assim, é difícil acreditar que alguém pode ser tão cruel a ponto de colocar pessoas em uma arena para matarem um aos outros.
Agora aqui, em “amanhecer na colheita”, já conhecemos Haymitch das outras obras da trilogia, porém, conseguimos entender perfeitamente como era a sua vida no Distrito 12, com a sua família e com a garota que ele amava.
A autora descreveu todos os acontecimentos de uma maneira que me deixou totalmente imersa novamente nesse universo, me transportando para todos os acontecimentos da arena, fazendo com que eu sentisse aflição em diversas situações e segurasse a respiração para o que viria a seguir.
Haymitch passou por muitas coisas quando estava na arena. Ele acabou percebendo que tudo estava armado para o seu fracasso, mas fez o possível para transformar essa situação e lutar contra a Capital, contra os jogos e foi a partir daí que seu ódio por Snow e todos que apoiavam essa atrocidade se intensificou.
E a cada novo livro dessa saga, fico realmente chocada da forma como a autora consegue nos transportar para um cenário fictício, mas que, ainda assim, proporciona diversas emoções e não dá vontade de parar de ler para saber como tudo irá acabar. Nesse livro, mesmo sabendo que tudo ficaria bem para Haymitch, ainda assim, descobrimos o porquê de algumas de suas atitudes com Katniss e Peeta durante seus jogos.
Para mim, Haymitch foi extremamente corajoso em muitos momentos. Apesar de ele mesmo imaginar que todos olhavam para ele como o babaca do Distrito 12, ainda assim, ele fez o possível para sobreviver aos acontecimentos chocantes e marcantes da arena, assim como lutou para enfrentar a realidade após sair da arena. Isso tudo só mostrou a sua força e moldou completamente o seu futuro, fazendo com que ele tivesse medo de se afeiçoar a algum tributo após se tornar mentor e se escondendo atrás das bebidas.
Para quem nunca leu ou assistiu, vai entender perfeitamente todo o contexto desse livro. Apesar de “amanhecer na colheita” ter muitas referências de outras obras, ainda assim, dá para conhecer essa trama sem saber nada dessa história. Mas para quem, assim como eu, ama esse universo criado pela Suzanne Collins, vai ficar completamente imerso nessa leitura.
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Título original: Sunrise of the reapingEscritora: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 448
Ano: 2025
Gênero: distopia
Classificação: 14+
SINOPSE
Ao amanhecer do dia da colheita da Quinquagésima Edição dos Jogos Vorazes, o medo toma conta dos distritos de Panem. Nesse ano, em comemoração ao Massacre Quaternário, o dobro de tributos será levado de suas casas.
No Distrito 12, Haymitch Abernathy está tentando não pensar muito nas suas chances de ser sorteado – só quer sobreviver ao dia e passar um tempo com a garota que ama.
Mas, ao ser escolhido, todos os sonhos de Haymitch desmoronam. Ele é separado da família e da namorada e enviado para a Capital com outros três tributos do Distrito 12: uma menina que considera quase uma irmã, um rapaz viciado em calcular chances e apostas, e a garota mais arrogante da cidade.
Conforme os Jogos se aproximam, Haymitch compreende que está tudo armado para o seu fracasso, mas parte dele deseja lutar... e deseja também que essa luta reverbere muito além da arena mortal.





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