Reza a lenda que o deus do mar, Ponto, foi quem criou as ilhas da região e seus habitantes. Por isso que o Povo do Sal não pode ser enterrado; eles precisam ser devolvidos à água.
Nove divindades habitavam o reino de Corisande, vivendo entre os humanos, e assim vestígios da magia passaram a correr em sangue mortal. Porém, nem todas as crianças herdavam essa magia.
Nessa história, nós vamos conhecer duas irmãs: Evadne e Halcyon. Enquanto Halcyon se tornou hoplita no exército da rainha e ocupa uma posição de honra que enche seus pais de orgulho, Evadne continua sem nenhum indício de magia e está tentando descobrir o seu lugar no mundo, trabalhando no pomar da família.
E agora, oito anos depois de Halcyon ter partido em sua missão, ela está prestes para voltar para casa. Porém, a vida das irmãs muda de repente quando Halcyon aparece desesperada. Ela foi acusada de um crime pelo próprio comandante e, apesar de afirmar que foi um acidente, as coisas saem completamente do controle.
A partir daí, Evadne vai fazer o possível para provar a inocência da sua irmã. Então, unidas pelo sangue e por um acordo impulsivo, as duas embarcaram em uma jornada que desafiará a lealdade, o senso de justiça e muitas coisas irão acontecer na vida de ambas.
“Irmãs de canção e espada” é mais um livro da queridinha Rebecca Ross, mas nessa trama, diferente de outras de suas obras, essa é uma fantasia única!
E eu fiquei bem curiosa com o desenrolar da trama, afinal, vamos ter duas personagens diferentes, uma lidando com as consequências de seus atos e com a magia, enquanto a outra tenta ajudar a pessoa que mais ama e ainda se reencontrar no caminho.
Ao longo dos capítulos, fui desconfiando de tudo e de todos, afinal, dá para confiar em alguém em um livro do gênero? E conforme as coisas iam acontecendo, acontecimentos inesperados iam surgindo, respostas iam aparecendo… A leitura foi ficando bem envolvente e me deixando mais curiosa.
Como falei, esse é um livro único, então em alguns pontos senti que a autora demorou um pouco para desenrolar algumas questões, mas em outros, aconteceram um pouco mais rápido, sabe? Então, acabei sentindo falta de aprofundar em algumas outras questões e até mesmo personagens abordados ao longo da trajetória.
Além disso, esse livro tem migalhas de romance. Rebecca Ross apresentou todo um universo mágico, nos envolvendo em todas as magias do reino e tudo mais, que o romance acabou ficando bem em segundo plano. E não posso negar: senti falta de mais romance entre os personagens.
Exceto isso, “irmãs de canção e espada” é uma história boa. Um livro que mostra o poder da relação familiar, o companheirismo entre irmãs, em lidar com as adversidades, em aprender a confiar mesmo nos momentos mais sombrios.
Um livro que instiga a curiosidade em descobrir mais sobre a magia que permeia o local, assim como o desenvolvimento das personagens ao longo da trama e em descobrir se Halcyon é realmente inocente ou não.
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Título original: Sisters of sword and songEscritora: Rebecca Ross
Editora: Galera
Páginas: 378
Ano: 2025
Gênero: fantasia
Classificação: 16+
SINOPSE
Séculos atrás, nove divindades habitavam o reino de Corisande, vivendo entre os humanos, e assim vestígios da magia deles passou a correr em sangue mortal. Porém, nem todas as crianças herdavam essa magia, que passou a ser usada como um status social.
Descendente de uma divindade caída, Kirkos, a família de Evadne e Halcyon, ocupa a base dessa pirâmide social. Várias gerações familiares se passaram sem manifestar nenhuma magia, até que , por um milagre, Halcyon apresentou sinais de ser especial, sendo enviada para ascender.
Depois de oito anos sem encontrar a irmã mais velha, Evadne finalmente terá a chance de rever Halcyon. A irmã se tornou uma hoplita no exército da rainha ― uma posição de honra que enche os pais de orgulho. Enquanto isso, Evadne, sem nenhum indício de magia, tenta descobrir seu lugar no mundo, trabalhando no humilde pomar da família.
Mas a vida das irmãs muda de repente quando Halcyon aparece no quarto que elas costumavam compartilhar, em fuga e desesperada. Evadne descobre que a irmã foi acusada de um crime horrível pelo próprio comandante, apesar de Halcyon se recusar a contar que crime foi esse.
Certa de que a irmã foi acusada injustamente, Evadne tem apenas um objetivo: provar a inocência de Halcyon. Agora, unidas pelo sangue e por um acordo impulsivo, as duas terão que embarcar numa jornada que desafiará sua lealdade e seu senso de justiça.
Finalmente li a conclusão da trilogia de Castelos Em Seus Ossos e, depois de tudo que aconteceu com essas irmãs que foram treinadas para matar, o desfecho foi mais do que merecido.
RESENHA DO TERCEIRO LIVRO — sem spoiler!
Nessa história, as princesas foram criadas pela imperatriz Margaraux para derrubar reinos, mas agora elas sabem que o verdadeiro destino delas sempre foi morrer. A mãe das princesas tem um esquema e pretende reinar todo o continente de Vesteria. O que a imperatriz não esperava era que as irmãs tivessem seus próprios planos.
Ainda separadas por um continente, Beatriz e Daphne precisam lidar com inimigos que estão por toda a parte, mas também contam com a ajuda de aliados de vários lugares, como Viole, ex-espiã da imperatriz.
Para acabar com todos os planos da imperatriz, as irmãs terão que usar todas as habilidades que aprenderam, confiar na magia que corre em suas veias e desafiar o próprio destino. E se nada disso der certo, o povo de Vesteria será condenado a uma terrível existência.
Aqui, senti que a autora demorou um pouquinho para apresentar algumas questões. Em muitos capítulos, senti que ela estava explorando outras questões em paralelo e demorando para se aprofundar no real motivo das princesas, sabe?
Porém, nas últimas cem páginas, muitas coisas começam a acontecer e a leitura entra em um ritmo mais frenético, e foi aí que fiquei muito envolvida com todos os relatos. E se eu achava que não havia mais nada para conhecer sobre essas princesas, a autora foi lá e mostrou que tinha, sim!
Tem um acontecimento que, para mim, foi bem inesperado. A explicação de muitas coisas que para as irmãs foi uma solução, isso aconteceu o mesmo comigo ao longo da leitura. Respostas que estava querendo desde o primeiro livro e que, finalmente, consegui entender e se encaixaram muito bem na trama.
Mesmo que eu tenha demorado para me apegar à trama e tenha sentido que a leitura demorou um pouco mais para fluir, ainda assim, a conclusão da trilogia foi como deveria ser. Depois de tudo que as irmãs enfrentaram ao longo dos anos e por tudo que lutaram, não tinha como ser um final diferente.
Então, se você gosta de livros de fantasia, onde irmãs precisam derrubar a imperatriz e impedir que coisas terríveis aconteçam com elas e com todas as pessoas dos reinos, provavelmente essa é uma trilogia que vai te conquistar bastante.
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Título original: Poison in their heart
Escritora: Laura Sebastian
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
Ano: 2025
Gênero: fantasia
Classificação: 15+
SINOPSE
As princesas de Bessemia foram criadas pela imperatriz Margaraux para derrubar reinos, mas agora sabem que o verdadeiro destino delas sempre foi morrer. Sua mãe tem um esquema diabólico e pretende reinar sobre todo o continente de Vesteria. No entanto, as irmãs têm seus próprios planos.
Ainda separadas por um continente, Beatriz e Daphne precisam lidar com inimigos por toda parte, mas também contam com aliados em vários lugares, como Violie, ex-espiã da imperatriz. Usando a magia das estrelas, as princesas estão prontas para resistir.
Porém, sussurros de uma antiga profecia as seguem e, a cada movimento que fazem, Margaraux parece estar um passo à frente. As irmãs precisarão usar todas as habilidades que a mãe lhes ensinou, confiar na magia que corre em suas veias e desafiar o próprio destino. E, se não tiverem sucesso, o povo de Vesteria será condenado a uma terrível existência.
Dois lobos metamorfos, um namoro falso e uma conexão que vai revelar mais real do que eles imaginam.
Se você gosta de personagens que passam de inimigos para amantes e toda a trama é uma ficção histórica ambientada no Egito, tenho certeza que "o que o rio sabe" é perfeita para você!
Nessa história, vamos conhecer Inez Olivera, uma personagem da alta sociedade de Buenos Aires no século XIX, e assim como o resto do mundo, a cidade está imersa em uma magia antiga, que já foi quase abandonada ou esquecida.
Ela tem tudo que sempre quis, mas viver ao lado dos seus pais aventureiros é algo que ela não consegue alcançar. Seus pais a deixaram para trás para vagar pelo mundo, descobrir mais sobre o Egito e todos os segredos que aquele local esconde.
Só que tudo muda em sua vida quando ela recebe a notícia do falecimento de seus pais e ela sabe que essa morte não foi um vão. Por que eles estavam sozinhos? O que eles buscavam? Então é quando ela parte para o Cairo em busca de respostas e apenas seu tio, também arqueólogo, é que poderá ajudá-la a desvendar essa morte.
Porém, ao chegar no Egito, as coisas vão ser bem diferentes do que Inez esperava e se ela não tomar cuidado, pode acabar tendo o mesmo destino dos seus pais.
Sabe aquele livro que te fisga logo na primeira página e você não consegue largar a leitura até chegar no capítulo final e entender toda essa aventura que a personagem vai enfrentar em sua vida? Exatamente assim que me senti com essa trama.
"O que o rio sabe" foi a primeira obra que li com ambientação no Egito. Confesso que, como Isabel Ibañez apresentou todos os detalhes do local, explorando as tumbas, falando sobre os faraós e tudo mais, me deixou completamente imersa e apaixonada na leitura.
Toda essa trama vai acontecendo aos pouquinhos, afinal, não é simples descobrir o motivo da morte dos seus pais. Inez não sabe em quem confiar. Ela tem motivos para desconfiar de todas as pessoas que cruzam seu caminho, até mesmo de seu tio e seu assistente, Whitford.
E por falar em Whitford... ele é um personagem misterioso. Um personagem que esconde segredos e tem uma personalidade que não conseguimos entender logo de cara, mas, ao longo dos capítulos, nos envolvemos completamente por tudo que vai acontecendo e isso acontece da mesma forma com Inez.
Eles não se gostam. Se alfinetam o tempo todo. Mas ele é a pessoa mais próxima que pode ajudá-la a explorar tumbas e entender toda a magia daquele local. E, aos poucos, muitos segredos vão sendo revelados e os sentimentos também vão surgindo, o que fica ainda mais difícil de controlar.
E é a partir de uma revelação que toda a trama começa a desenrolar de um jeito inesperado, onde cada capítulo traz ainda mais emoção, mais aventura, a fica quase impossível largar a obra e entender tudo o que está acontecendo e como é possível.
Acho que já deu para perceber o quanto "o que o rio sabe" me conquistou, né? Sem dúvidas é uma leitura que vale muito a pena dar uma chance. A autora soube como trabalhar perfeitamente bem todos os elementos, a ambientação ficou incrível, os segredos e revelações foram marcantes e tudo se encaixou perfeitamente bem.
Ah, mas preciso dizer que o final do livro foi completamente inesperado para mim. Ao longo da leitura, muitas coisas aconteceram e que me fizeram questionar sobre tudo e todos, mas o final... juro! O final me pegou de um jeito que eu não estava esperando e agora eu preciso de respostas. Eu preciso do segundo livro dessa duologia para conseguir entender o porquê disso tudo!
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Título original: What the rivers knowEscritora: Isabel Ibañez
Editora: Arqueiro
Páginas: 448
Ano: 2024
Gênero: romantasia / ficção histórica
Classificação: +16 anos
SINOPSE
Inez Olivera faz parte da alta sociedade de Buenos Aires no século XIX. Como o resto do mundo, a cidade está imersa em magia antiga, que já foi quase toda abandonada ou esquecida.
Inez tem tudo que uma garota poderia querer, exceto o que mais deseja: viver ao lado dos pais aventureiros, que com frequência a deixam para trás para vagar pelo mundo.
Quando fica sabendo da morte dos dois, ela herda uma imensa fortuna e é contatada pelo tio misterioso, um arqueólogo. Ansiando por respostas, Inez parte para o Cairo levando um anel de ouro que o pai lhe enviou antes de falecer. Assim que chega, porém, a magia antiga impregnada na joia a leva por um caminho inesperado.
Provocada o tempo todo por Whitford, o belo e irritante assistente do tio, Inez vai explorar tumbas ancestrais e se perder em aventuras (e nos belos olhos do jovem). Mas ela precisará confiar na magia para descobrir a verdade sobre a morte dos pais – ou arriscar se tornar um mero peão num jogo mortal.
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