Reza a lenda que o deus do mar, Ponto, foi quem criou as ilhas da região e seus habitantes. Por isso que o Povo do Sal não pode ser enterrado; eles precisam ser devolvidos à água.
O que fazer quando a pessoa que você ama é mais nova que você, é irmã do seu melhor amigo e ainda está lidando com a perda de pessoas amadas?
Depois de tantos acontecimentos arrebatadores e marcantes de “o que o rio sabe”, primeiro livro da duologia, li finalmente a continuação e tive todas as respostas que gostaria.
RESENHA DO SEGUNDO LIVRO — sem spoiler.
Inez atravessou o mundo para chegar ao Egito atrás de respostas da morte misteriosa dos pais. O problema é que essa busca é algo extremamente arriscado, cheio de dor, traição e uma magia inesperada.
Agora, além de lidar com a morte de seus pais, ela também está remoendo outra perda trágica em sua família e é o momento em que Inez precisa decidir o que fazer com relação à sua herança. E a única opção é casar com Whitford.
Ele, um ex-soldado britânico e ajudante do seu tio, é a sua única e melhor opção. Apesar de ele ter seus próprios segredos e motivos para tomar certas atitudes, ainda assim, se ela quiser continuar no Egito e em busca de respostas, eles precisaram embarcar nessa, juntos.
O problema é que, a partir disso, muitas coisas começaram a acontecer e Inez, mais uma vez, vai se ver dividida com relação aos seus sentimentos e com tudo que descobriu.
Desde que li o primeiro livro, fiquei completamente apaixonada pelo universo que a Isabel Ibañez criou. Nunca tinha lido nenhuma obra ambientada no Egito e que apresentasse ainda uma pitadinha de magia, sabe? Então, o primeiro livro me envolveu de um jeito muito especial.
Depois de muitos acontecimentos e revelações da primeira trama, já comecei essa continuação querendo respostas. O começo do livro, não posso negar, foi um pouco mais lento. Acredito que a autora estava descrevendo e nos ambientando em algumas situações que aconteceram na trama anterior até pegar o ritmo novamente e foi exatamente assim que aconteceu.
Em um determinado momento, toda a trama de “onde a biblioteca se esconde” começou a se desenrolar de um jeito frenético, onde cada final de capítulo instigava ainda mais a curiosidade em descobrir mais, em saber como tudo iria acabar, além de desconfiar de tudo e todos a cada virar de página.
O jeito como a autora trouxe todos esses acontecimentos, somados aos elementos mágicos em um contexto histórico, posso dizer que me cativou bastante, me transportando para o Egito e vivenciando todos os momentos com os personagens e isso, sem dúvidas, é o ponto mais alto dessa trama.
O que me deixou embasbacada foi o plot. Mesmo criando inúmeras teorias, esse acontecimento não era algo que eu estava esperando ou tivesse ao menos cogitado. Isabel soube encaixar perfeitamente bem todas as peças, fazendo com que essa grande revelação fizesse muito sentido na história e não conseguisse mais parar de ler até chegar no capítulo final.
Além disso, o que percebi nessa história é que as pessoas nem sempre são quem dizem ser, assim como o amor é algo que pode te ajudar em muitos momentos de sua vida, mas também pode te destruir.
Então, essa conclusão foi como deveria ser. Tem muitos segredos, muitas revelações, muitos acontecimentos inesperados... E confesso que fiquei pensativa se não haveria a possibilidade de um spin-off de uma personagem… veremos!
A duologia Segredos do Nilo são obras que recomendo demais para quem quer se aventurar pelo Egito, em um contexto histórico muito bem construído, um romance que desenrola aos pouquinhos e de um jeito diferente, e que ainda apresenta uma pitadinha de elementos mágicos.
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Título original: El secreto de la bibliotecaEscritora: Isabel Ibañez
Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Ano: 2025
Gênero: ficção histórica
Classificação: 16+
SINOPSE
Egito, 1885. Inez Olivera atravessou meio mundo para chegar ao Egito atrás de respostas para a morte misteriosa dos pais. Mas toda essa busca a conduziu por um caminho arriscado, cheio de dor, traição e uma magia capaz de levá-la a um passado ancestral.
Inez ainda está remoendo outra perda trágica em sua família quando tio Ricardo lhe dá um ultimato em relação a sua herança. Resta-lhe assim uma única opção: casar-se com Whitford Hayes.
Ex-soldado britânico, ajudante do tio de Inez e uma constante pedra no sapato da jovem, Whit tem motivos secretos para permanecer no Egito.
Ao apostar no amor, Inez acaba se unindo justamente à pessoa que poderia arruiná-la.
Rune está em fuga. Gideon quer concluir a sua missão. Bruxas e caçadores de bruxas estão prestes a enfrentar uma nova guerra.
Depois de tantos acontecimentos marcantes em Divinos Rivais, li finalmente a conclusão dessa duologia que me deixou completamente apaixonada!
RESENHA DO SEGUNDO LIVRO — PODE CONTER SPOILER!
Muitas coisas acontecem em Divinos Rivais que me deixou completamente imersa na leitura, sem vontade de largar a obra e o final trouxe aquela "necessidade" de continuação e foi assim que comecei a leitura de Promessas Cruéis.
Duas semanas já se passaram desde que Iris voltou para a casa, porém, a guerra está longe de acabar e a cidade de Oath permanece em estado de completa descrença e ignorância.
Mesmo sabendo do perigo que é estar na linha de frente como correspondente de guerra para reportar os movimentos de Dacre, ela quer voltar. Ela quer que todos estejam preparados para o que pode acontecer, mas existe um motivo a mais também.
Roman está desaparecido. Ele acordou no reino de Dacre sem se lembrar do passado e até mesmo quem ele é. Mesmo confuso, ele precisa escrever artigos. Só que quando uma carta misteriosa aparece em seu guarda-roupa, ele vai começar a entender muitas coisas e até mesmo se deve ficar ao lado de Dacre ou trair o deus que o curou.
Já comecei a obra precisando de respostas. Precisando entender como tudo seguiria a partir daquele momento em diante na vida dos personagens, a forma como a Rebecca Ross apresentou todos os elementos me deixou ainda mais envolvida e apaixonada por essa trama.
E a cada final de capítulo, a autora deixava um certo mistério no ar, despertando a curiosidade em descobrir mais, em buscar por mais e me fazendo devorar esse livro em busca de respostas.
Cada capítulo traz um misto de emoções, nos fazendo questionar sobre as ações dos personagens, segurando a respiração por conta de alguns acontecimentos e torcendo muito para que tudo acabasse bem.
Acho que a autora soube desenvolver muito bem todo o contexto apresentado, deixando a leitura envolvente, cativante, repleta de reviravoltas, momentos marcantes e com cartas que aqueceram imensamente o coração, afinal, Roman e Iris têm um dom incrível em trocar palavras.
Então, se você gosta de tramas com romance sem hot, cenário de guerra, troca de cartas e pitadinha de magia, Divinos Rivais e Promessas Cruéis são obras perfeitas!
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Título original: Ruthless VowsEscritora: Rebecca Ross
Editora: Alt
Páginas: 552
Ano: 2024
Gênero: romantasia / jovem adulto
Classificação: 13+
Duas semanas se passaram desde que Iris Winnow voltou para casa com o coração partido, mas a guerra está longe do fim e a cidade de Oath permanece em estado de completa descrença e ignorância.
Apesar do perigo, Iris não hesita em voltar à linha de frente como correspondente de guerra para reportar os movimentos de Dacre. Afinal, é apenas uma questão de tempo até que a batalha chegue a outra cidade despreparada e prestes a ruir.
Até então desaparecido, Roman Kitt acordou no reino de Dacre sem se lembrar de nada do seu passado e, mesmo confuso, começa a escrever artigos em favor do deus. Mas quando uma carta misteriosa aparece em seu guarda-roupa, Roman terá que escolher, de uma vez por todas, entre ficar ao lado de Dacre ou trair o deus que o curou.
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