Uma história de segunda chance e muitos segredos, capaz de mudar completamente a vida dos personagens.
Uma história de segunda chance e muitos segredos, capaz de mudar completamente a vida dos personagens.
Retornar para a cidade natal e reencontrar o seu melhor amigo da época da infância, assim como seu primeiro amor, seria a melhor maneira de recomeçar sua nova fase?
Nessa história, conhecemos Tanner, irmão mais novo de Gray, que seguiu a sua carreira no mundo da tecnologia. Após ter conseguido muito dinheiro e vendido a empresa, ele retorna para a sua cidade natal e pretende continuar por lá. O que ele não esperava era que Savannah, sua melhor amiga e primeiro amor da época do colégio, também estaria de volta.
Savannah trabalha como freelancer e está feliz com a carreira que construiu. Porém, após um acontecimento na vida de sua mãe, ela sente que é hora de voltar para a casa, mesmo que por alguns meses, para ajudá-la, assim como sabe que sua irmãzinha também precisa dela. O que ela também não esperava, era reencontrar o seu primeiro amor.
Tanner e Savannah se conheceram no primeiro dia de aula do colégio. Logo, se tornaram inseparáveis. Com o tempo, os sentimentos foram ficando mais fortes e eles acabaram juntos. Era inevitável. Porém, algo aconteceu e ambos saíram com o coração partido.
Agora, dez anos depois, os dois voltaram à cidadezinha e Tanner vai fazer o possível para reconquistar Savannah, basta saber se ela irá conseguir abrir novamente seu coração.
“Sempre vou te escolher” é o segundo livro da série Os Irmãos Hartson, o primeiro é “me leva para casa”, mas pode ser lido de maneira independente, pois cada livro vai contar a história de um irmão.
E eu confesso que adoro romances em cidade pequena, reencontros anos depois, amigos que se apaixonam e segundas chances e esse livro tem exatamente tudo isso!
Intercalado no ponto de vista de ambos os personagens, Carrie Elks trouxe uma história que me cativou bastante, principalmente por apresentar alguns capítulos no passado, fazendo com que eu entendesse um pouquinho mais da trajetória de Tanner e Savannah, assim como explorou muitas questões familiares.
Esse foi um ponto que acabou me conquistando mais do que o primeiro livro da série. Aqui, a autora trouxe os dilemas familiares, principalmente de Savannah, e em como isso acabou mudando muito a sua vida. Em como ela teve que lidar com as consequências das escolhas de outra pessoa.
Além disso, esse livro tem um plot que me pegou de surpresa! Apesar de ser uma história que acontece em uma cidade pequena e tem várias fofocas locais, esse acontecimento não era nada que estava esperando, mas confesso que gostei de como aconteceu e isso determinou algumas coisas ao longo dos últimos capítulos.
Então, para mim, Tanner e Savannah são aqueles personagens que mereciam essa segunda chance. Personagens que fizeram algo que acabou partindo seus corações, mas que agora, anos depois e mais velhos, souberam como lidar com algumas questões e estavam dispostos a amar novamente.
“Sempre vou te escolher” é uma história fofinha, que deixa alguns sorrisinhos bobos, tem algumas cenas mais quentes, mas que mostra que é possível perdoar. Que é possível recomeçar nossa vida e dar uma nova chance para o amor.
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Título original: Still the oneSINOPSE
Ninguém espera encontrar o amor da vida no primeiro dia de aula, mas, quando Tanner Hartson bateu o olho em Savannah Butler, soube que o dele estava ali. Ela era linda, destemida e livre. E, mesmo que sua vida não fosse nada fácil, ela fazia com que tudo ficasse bem.
Eles cresceram como melhores amigos, então, com o tempo, os sentimentos foram mudando, e Van e Tanner finalmente ficaram juntos… até ele partir o coração dela da pior maneira possível. Após dez anos sem se falar, agora os dois retornam à cidadezinha em que cresceram, e Tanner não consegue resistir à atração que ainda parece unir os dois.
Ele quer Savannah de volta e vai fazer de tudo para reconquistá-la. Mas será que ela vai conseguir abrir seu coração para ele mais uma vez?
Um astro do rock retorna para a sua cidade natal e reencontra uma pessoa que fez parte da sua vida, mas não imaginou que pudesse mexer com suas emoções agora, afinal, ela é irmã da sua ex-namorada.
Nessa trama, conhecemos Gary, um cantor super famoso que está voltando para a casa. Após ter passado anos lotando estádios ao redor do mundo, ele está determinado em se reconectar com a sua família.
Por outro lado, conhecemos Maddie, uma personagem que deixou seus sonhos de lado para cuidar de sua mãe e agora trabalha como garçonete na lanchonete local, e ela é irmã da ex-namorada de Gary.
O que nenhum dos dois esperava era que sentimentos fossem surgir entre eles, afinal, isso poderia acontecer? Mas é impossível lutar contra tudo que vem surgindo e é quando tudo vai começar a acontecer.
Já tinha lido outras obras da Carrie Elks e havia gostado, mas não havia amado, sabe? Então, quando soube desse livro com acontecimentos de cidade pequena, imediatamente quis dar uma chance.
Intercalado no ponto de vista de ambos os personagens, conhecemos Maddie e Gray, de mundos diferentes, mas que tinham algumas coisas em comum. Apesar de um ter saído pelo mundo e vivido seu sonho, e outra ter ficado na pequena cidade, ainda assim, existia uma paixão bem forte pela música.
Essa conexão, o romance proibido, fofocas da cidade pequena, alguns conflitos familiares e traumas do passado, era algo que estava me instigando muito em continuar a leitura e entender mais sobre o passado dos personagens e os motivos por trás de tudo que estava sendo revelado.
Além disso, não posso deixar de ressaltar que Gray é um personagem muito fofo. Mesmo com toda a sua fama, ele sabe muito bem quem é e o que quer. E Maddie é aquela personagem radiante, sempre positiva e sempre pensando no próximo.
A única coisa que senti falta nesse livro é que a autora aborda alguns temas do passado da Maddie e alguns dilemas com a sua irmã, mas tudo foi desenrolado rapidamente, assim como senti que as questões familiares do Gray ficaram de lado. Não me convenceram, sabe? E isso fez com que eu não me conectasse totalmente com a trama.
Mas, exceto isso, essa “me leva para casa” foi uma boa leitura. Um livro sem muita profundidade, mas que diverte por conta de alguns acontecimentos e ainda traz alguns sorrisinhos bobos. É aquela obra perfeita para ler em uma tarde, de maneira descontraída.
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Título original: Take me homeSINOPSE
Gray Hartson está voltando para casa. Depois de anos tocando em estádios lotados ao redor do mundo, o cantor tatuado está determinado a reconstruir laços com o pai doente e se reconectar com a família que deixou para trás.
Então ele a conhece… uma linda garçonete de língua afiada, que o faz rir mais do que nunca. Só tem um problema. Ela é irmã da ex-namorada dele. E a única mulher que ele não pode ter.
Maddie Clark era uma adolescente estranha quando Gray foi embora. Agora ela trabalha em uma pequena lanchonete, e seu sonho de ser uma pianista famosa está esquecido.
Não pergunte a Maddie o motivo. Ela nunca vai contar. Mulheres fortes fazem o que for preciso para manter o próprio sustento.
Até que Gray entra pela porta da lanchonete e tudo se complica.
A atração entre eles é errada. Mas corações tolos nunca ouvem a razão.
Talvez ele devesse escrever uma música sobre isso.
A série Lovelight é composta por quatro livros, sendo que cada obra conta a história de uma personagem diferente, mas todas as tramas apresentam romances apaixonantes e cenas mais quentes também.
Você já se perguntou o que acontece nos bastidores de uma adaptação literária? É exatamente o que vamos descobrir com Daniel e Verônica.
Nessa história, vamos conhecer Verônica, uma escritora que vendeu os direitos de seu livro para uma adaptação literária, porém, há dois anos, ninguém consegue fazer jus ao que ela escreveu. Eles sempre querem mudar o nome dos personagens, as cenas, a essência de sua história que é tão importante em sua vida, afinal, a trilha do coração foi inspirada em Henrique, seu falecido noivo.
Agora, em uma última tentativa de produzir essa adaptação, a produtora acaba contratando Daniel, um roteirista experiente e até mesmo um pouquinho arrogante, e promete que vai fazer esse filme acontecer. Só que nem tudo vai ser tão simples como ficar em uma sala, escrevendo o roteiro: ele vai ficar um mês na cidade em que a história acontece.
Verônica não quer deixar que ele tome totalmente as rédeas de sua história, afinal, ela quer ter voz; ela quer palpitar nas mudanças que ele irá propor. Assim, Daniel, Verônica e seus cinco cachorros viajam para uma mansão em Atibaia e eles vão precisar deixar as diferenças de lado se quiserem que essa história ganhe as telas.
Mas essa ida para outra cidade vai despertar muitos sentimentos, principalmente trazer à tona muitas lembranças de Verônica. Será que ela está pronta para sair do roteiro e curar o próprio coração?
Eu não sabia que “o roteiro do amor” era aquele livro de que eu precisava, até começar a leitura e estar completamente imersa no universo criado pela Ray Tavares.
Esse livro é uma comédia romântica, onde temos dois personagens que não se gostam, mas vão precisar trabalhar juntos, mas também é um livro com muitas camadas, onde conseguimos entender os sentimentos da personagem, suas dores e que ainda consegue deixar o nosso coração apertadinho.
Verônica é uma personagem que está em processo de luto. Apesar de já ter passado dois anos desde que perdeu seu noivo, ela não conseguiu superar. Lidar com isso é muito difícil e ver que querem adaptar seu livro de qualquer jeito, sem se preocupar com detalhes que ela sabe que são importantes para os leitores e para ela também, deixa tudo ainda pior.
Quando ela conhece Daniel e eles começam a conviver, ela não consegue ver potencial. Verônica realmente acredita que vai ser mais uma tentativa em vão, mas conforme eles vão trabalhando juntos, dividindo um pouquinho sobre suas vidas, ela percebe que ele é perfeito para fazer o roteiro de seu livro, assim como pode ser perfeito para ajudá-la a seguir em frente.
Só que estar de volta à cidade onde nasceu e cresceu é muito difícil. Verônica nunca teve o apoio necessário de sua família. Estar lá, encontrá-los, é como abrir novamente uma ferida que nem foi cicatrizada. Além disso, a prima de Henrique e seu irmão são casados e são as únicas pessoas que ela sabe que a compreendem e a apoiam, mas como olhar para eles sem que todo aquele sentimento sufocante do luto tome conta dela?
Então, aos poucos, Ray Tavares foi desenvolvendo essas camadas. Foi mostrando todos os sentimentos conflitantes que surgiam em Verônica, como ela tentava lidar com tudo sempre fazendo uma piada e tentando fazer com que nada daquilo a afetasse, assim como fez com que a personagem conseguisse enxergar um pouquinho além e se permitisse viver. E eu amei como tudo foi desenvolvido!
Além disso, outro ponto que gostei muito de conhecer foram os bastidores de uma produção. Nós, apaixonados por filmes e livros, sabemos que quando uma adaptação literária não sai exatamente quando queremos, criticamos e muito, né? Mas por trás disso, tem muitas coisas acontecendo. Muita gente tentando fazer com que seja exatamente como no livro, mas muita gente também tentando mostrar que no audiovisual é diferente. Então, isso acabou me deixando ainda mais envolvida na trama.
Com a narrativa em primeira pessoa, “o roteiro do amor” é um livro envolvente, marcante, que proporciona muitas risadas, traz muitas referências brasileiras, assim como deixa o coração transbordando de amor, mas que também consegue deixar o coração apertadinho por conta de alguns acontecimentos e que não dá vontade de parar de ler, afinal, você fica completamente imerso no mundo de uma escritora e roteirista que descobriram muito mais que um livro e um filme podem proporcionar.
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Título original: O roteiro do amorSINOPSE
Verônica Nakamura pensou que realizaria um sonho quando vendeu para o cinema os direitos de seu livro de maior sucesso, A trilha do coração. Alguns anos e muitos roteiristas depois, ela não consegue chegar a um acordo com a produtora, que quer mudar tudo — do nome dos personagens às cenas que são mais queridas por ela. O que eles não sabem é que A trilha do coração foi inspirado em Henrique, o noivo de Verônica que foi embora cedo demais, por isso ela não vai deixar que estraguem tudo.
Em uma última tentativa de não perder o investimento, a produtora contrata Daniel Ortega, um roteirista experiente e arrogante que promete fazer o filme acontecer. Para isso, ele vai viver um mês na cidade em que a história se passa. Mas Verônica jamais deixaria que um roteirista cínico, que não entende nada de histórias de amor, fizesse o trabalho sozinho. Assim, eles viajam juntos para uma mansão em Atibaia, onde vão precisar deixar as diferenças de lado se quiserem que A trilha do coração ganhe as telas.
Entre sessões compartilhadas de escrita, alfinetadas e drinques na piscina, Verônica começa a conhecer um outro lado de Daniel, mais suave e interessante. Mas será que ela está pronta para sair do roteiro que criou para o próprio coração?
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